- RD Saúde registrou lucro líquido ajustado de R$ 299,8 milhões no 1T26, com alta próxima de 70% ante o mesmo período de 2025; excluindo a 4Bio, o lucro foi de R$ 283,3 milhões, e o Ebitda ajustado foi de R$ 820,8 milhões, com margem de 6,9%.
- TIM Brasil teve lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões no 1T26; a receita líquida somou R$ 6,806 bilhões e o Ebitda normalizado atingiu R$ 3,287 bilhões, com margem de 48,3%.
- C&A registrou lucro líquido ajustado de R$ 8 milhões no 1T26 e receita líquida de R$ 1,62 bilhão; o Ebitda ajustado foi de R$ 245 milhões, com margem de 15,1%, e a empresa anunciou recompra de até 10 milhões de ações.
- PRIO reportou lucro líquido de US$ 460 milhões no 1T26, com Ebitda ajustado de US$ 852 milhões e receita de US$ 1,2 bilhão; a produção no campo Wahoo começou com o primeiro óleo em 18 de março, levando a recorde de produção média de 155,4 mil barris por dia.
- No conjunto, os balanços apontam expansão operacional, ganho de margem e atenção aos impactos financeiros e de endividamento, em meio a estratégias de crescimento para os próximos trimestres.
A temporada de balanços do 1º trimestre de 2026 trouxe resultados positivos para empresas listadas na B3. RD Saúde, TIM, C&A e PRIO registraram lucro no período, com avanços em operações, receitas e margens, além de anunciar medidas estratégicas.
Os dados indicam foco em expansão de lojas, melhoria de eficiência e crescimento de serviços. Mesmo com ganhos, o mercado avalia impactos fiscais e o preço do petróleo diante dos resultados.
RD Saúde: lucro líquido ajustado atinge quase R$ 300 milhões
A RD Saúde registrou lucro líquido ajustado de R$ 299,8 milhões no 1T26, alta de quase 70% ante o 1T25. Considera-se a venda da 4Bio, concluída em maio. Excluindo a 4Bio, o lucro foi de R$ 283,3 milhões, +74,7%.
O Ebitda ajustado, sem a 4Bio, somou R$ 820,8 milhões, +31,7% anual. A margem EBITDA subiu de 6,3% para 6,9%. A rede encerrou março com 3.614 farmácias, com 68 lojas abertas e 1 fechada no trimestre.
Para o investidor, o resultado sinaliza expansão de lojas, rentabilidade e geração de caixa em varejo farmacêutico, setor-chave para a companhia.
TIM: lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões
A TIM Brasil apresentou lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões no 1T26, +1,3% frente ao 1T25. A receita líquida atingiu R$ 6,806 bilhões, +6,5%.
O Ebitda normalizado ficou em R$ 3,287 bilhões, +6,6% anual, e a margem de EBITDA foi de 48,3%, estável versus o trimestre anterior. A receita de serviços móveis somou mais de R$ 6,2 bilhões, +5,6%.
A empresa apontou impulso pela internet móvel e pela gestão de custos. Impostos pressionaram o resultado líquido, segundo a companhia.
C&A: lucro ajustado de R$ 8 milhões; recompra de ações anunciada
A C&A registrou lucro líquido ajustado de R$ 8 milhões no 1T26, alta de 218,7% ante o 1T25. A receita líquida consolidada ficou em R$ 1,62 bilhão, +0,5%.
O Ebitda ajustado foi de R$ 245 milhões, praticamente estável. A margem ficou em 15,1%. Vendas mesmas lojas do vestuário subiram 4,8%. Mercadorias teve alta de 13% para 0,8%.
A companhia anunciou aprovação do quarto programa de recompra de até 10 milhões de ações, equivalente a 4,9% das ações em circulação, com vigência até 8 de novembro de 2027.
PRIO: lucro de US$ 460 milhões com avanço operacional
A PRIO registrou lucro líquido de US$ 460 milhões no 1T26, +33%. O Ebitda ajustado somou US$ 852 milhões, +91%, com receita de US$ 1,2 bilhão, +67%.
O destaque foi a produção no campo de Wahoo, com o primeiro óleo extraído em 18 de março. Três poços já foram conectados; o quarto deve elevar a produção a cerca de 40 mil b/d.
A produção média atingiu 155,4 mil barris por dia, +42% anual. Vendas somaram 14,8 milhões de barris no trimestre. Despesas financeiras líquidas foram de US$ 128 milhões, e a alavancagem ficou em 2x dívida líquida/Ebitda.
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