- A Colômbia incluiu o terminal de gás natural liquefeito da Transportadora de Gas Internacional (TGI) entre as prioridades de infraestrutura para reduzir o déficit de gás doméstico.
- O governo quer aumentar a compra de gás de outros países, intensificando a competição pela construção de terminais de LNG.
- Entre os concorrentes está o projeto Ballena LNG, no norte da província de La Guajira, apresentado pela TGI.
- O Ballena LNG tem custo estimado de US$ 150 milhões.
- A TGI é unidade do Grupo Energía Bogotá, S.A. (GEB).
O governo da Colômbia incluiu o terminal de importação de gás natural liquefeito (GNL) da Transportadora de Gas Internacional (TGI) entre as prioridades de infraestrutura, em meio a uma queda prevista no abastecimento doméstico de gás. O movimento busca assegurar suprimento adicional a partir de fontes externas.
A proposta Ballena LNG, localizada na região de La Guajira, no norte do país, está entre os projetos que disputam espaço em um cenário de forte competição para a construção de terminais de GNL. A iniciativa é apresentada pela TGI, unidade do Grupo Energía de Bogotá (GEB).
Quando ocorreu o saldo de prioridades ainda depende de etapas regulatórias e orçamentárias. A decisão busca mitigar o déficit de gás e ampliar a margem de importação para atender à demanda interna, segundo fontes próximas ao tema.
Contexto de infraestrutura e competição
- O governo defende que a priorização de projetos de GNL pode acelerar o atendimento de curto prazo à pressão de oferta.
- Entre os concorrentes destacam-se iniciativas de terminais de GNL em diferentes regiões, com investimentos estimados em dezenas a centenas de milhões de dólares.
- A prefeitura de La Guajira figura entre os locais de montagem, com impactos esperados para a logística de importação e para o mercado energético regional.
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