- Embraer registrou arrecadação recorde de US$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 31% ante o mesmo período de 2025.
- É o melhor começo de ano da história da empresa, com as áreas Defesa & Segurança (+47%) e Aviação Comercial (+32%) puxando o crescimento.
- O lucro líquido no trimestre ficou em R$ 136 milhões, menor do que os R$ 248 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.
- No início da semana, a Embraer anunciou a venda para os Emirados Árabes Unidos de dez aeronaves C-390 Millennium, com a possibilidade de mais dez unidades.
- A compra é efetuada pela Tawazun Council for Defence Enablement e a empresa brasileira a classifica como marco histórico devido ao maior pedido internacional de um único país.
A Embraer divulgou balanço que registra o melhor primeiro trimestre da sua história. A empresa brasileira apurou receita de US$ 1,4 bilhão (6,9 bilhões) no 1º trimestre de 2026, alta de 31% ante igual período de 2025. O resultados foram apresentados nesta sexta-feira, 8 de maio.
O desempenho ficou concentrado em Defesa & Segurança e em Aviação Comercial. As duas áreas tiveram crescimentos de 47% e 32%, respectivamente, contribuindo para o recorde trimestral. A empresa aponta ganhos relevantes nessas linhas de negócio.
Apesar da receita recorde, o lucro líquido caiu. No 1º trimestre, o lucro foi de R$ 136 milhões (US$ 27,7 milhões), inferior aos R$ 248 milhões (US$ 50 milhões) registrados no mesmo período do ano anterior.
Venda para Emirados Árabes Unidos
No início desta semana, a Embraer anunciou a venda de dez aeronaves C-390 Millennium para os Emirados Árabes Unidos, com opção de compra de mais dez unidades. A transação foi fechada com o Tawazun Council for Defence Enablement, órgão responsável por fomentar o setor de defesa local.
A Embraer descreve o acordo como marco histórico, por representar o maior pedido internacional já feito por um único país. Não foram divulgados detalhes de preço ou cronograma de entrega.
O negócio ocorre em meio a resultados trimestrais que, embora positivos em receita, mostraram retração de lucratividade. A empresa não reporta impactos operacionais específicos até o momento.
A companhia brasileira reiterou que continuará buscando reforçar seus contratos de defesa e ampliar a carteira de clientes no segmento de aviação comercial, com foco em competitividade e inovação tecnológica.
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