- O reajuste médio dos planos de saúde coletivos foi de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, contra 10,76% em todo o ano de 2025.
- Contratos menores, com menos de 30 pessoas, têm reajustes mais altos: 14,24% em 2025; nos primeiros dois meses de 2026, houve alta de 4,03% nesses contratos.
- Um em cada quatro clientes de planos coletivos participa de contratos com menos de 30 pessoas, cenário que persiste desde 2023.
- A participação de contratos de até cinco pessoas aumentou de 4,7% em 2014 para 15,3% em fevereiro de 2026.
- Planos odontológicos mantêm preços estáveis desde 2023, com reajuste médio de 3,44% no início de 2026; em 2025, foi de 3,27%. Contratos com menos de 30 pessoas tiveram alta de 4,54% em 2025, contra 2,97% para planos maiores.
Os reajustes de planos de saúde coletivos desaceleraram no início de 2026, segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). A média aplicada nos dois primeiros meses foi de 9,9%. Em 2025, a média ficou em 10,76%, aponta a agência.
Pesam desigualdades entre contratos: grupos com menos de 30 beneficiários tiveram reajuste médio de 14,24% em 2025, ante 9,62% nos contratos maiores. A ANS destaca que esse comportamento persiste no setor desde 2023.
Cerca de um quarto dos clientes de planos coletivos está em contratos com menos de 30 pessoas. Esse padrão de concentração em pequenos grupos se manteve ao longo dos últimos anos.
Os contratos com até cinco pessoas cresceram expressivamente. A participação desses pequenos contratos subiu de 4,7% em 2014 para 15,3% em fevereiro de 2026.
Planos de saúde
Entre janeiro e fevereiro de 2026, os reajustes em contratos menores ficaram em 9,4%, enquanto os de maior porte tiveram alta média de 3,3%. O efeito da concentração em pequenos grupos continua perceptível.
Os planos de defesa de menores grupos segue com reajustes mais elevados, refletindo menor escala de negociação com operadoras. A ANS lembra que a regulação busca equilíbrio entre subsistência de planos e acessibilidade ao consumidor.
Planos de saúde coletivos de grande porte apresentaram reajuste menor no início de 2026, mantendo trajetória de desaceleração frente ao ano anterior. A agência acompanha tendências para ajustar políticas regulatórias.
Planos odontológicos
Os planos odontológicos mantêm preços estáveis desde 2023. O reajuste médio passou de 3,27% em 2025 para 3,44% no início de 2026, segundo a ANS. As variações têm sido pequenas nos últimos três anos.
Clientes de pequenas empresas pagaram mais em 2025. Contratos com menos de 30 beneficiários representaram 20% dos atendidos e tiveram alta de 4,54%, frente 2,97% nos planos maiores.
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