- 5% mais pobres tinham renda domiciliar per capita de até R$ 299 por mês em 2025.
- 30% mais pobres tinham rendimento por pessoa até R$ 906 por mês em 2025.
- Entre os 30% mais pobres e os 20% mais ricos, a faixa recebia mais de R$ 906 até R$ 2.958 por pessoa.
- 10% mais ricos tinham rendimento acima de R$ 4.609 por mês; 5% mais ricos, acima de R$ 6.900; 1% mais rico, acima de R$ 15.214 por mês.
- A renda domiciliar per capita considera todas as fontes de recursos, como trabalho, aposentadoria, aluguel, transferências governamentais e outras rendas.
A renda domiciliar per capita dos 5% mais pobres do Brasil ficou em até R$ 299 por mês em 2025, segundo o IBGE. Os dados correspondem à PNAD Contínua, que mede rendimentos de todas as fontes.
Entre os 20% mais ricos, o rendimento per capita ficou acima de R$ 2.958 por mês; os 10% mais ricos tiveram ganhos superiores a R$ 4.609 por mês, e o 1% mais rico ficou acima de R$ 15.214. Os números consideram renda bruta.
Na prática, quem compõe a faixa entre 30% mais pobres e 20% mais ricos teve renda entre R$ 906 e R$ 2.958 por pessoa. Já os 30% mais pobres somaram até R$ 906 por pessoa.
A divulgação acontece em meio aos anúncios do IBGE sobre a variação de renda por faixa de domicílio, com base em rendimentos de trabalhos, aposentadorias, aluguéis, programas sociais e outras fontes.
Além da renda de trabalho, o levantamento inclui recursos como pensões, transferências governamentais, aluguéis, patentes e bolsas. O IBGE ressalta que ganhos esporádicos não entram na média.
Para especialistas, a renda per capita é um indicador relevante do bem-estar, pois reflete como os recursos são distribuídos entre os membros da família. A metodologia utiliza soma de várias fontes de renda e divisão pelo número de moradores.
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