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BTG Pactual tem lucro de R$ 4,8 bi no 1º trimestre, alta de 41%

Lucro líquido ajustado atinge R$ 4,8 bilhões no 1º tri de 2026, com receita de R$ 9,9 bilhões e ROE de 26,6%, impulsionados por investment banking e sale & trading

As despesas operacionais total chegaram a 3,79 bilhões bilhões de reais, aumento de 25,5% (Divulgação/Divulgação)
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  • O BTG Pactual anunciou lucro líquido ajustado de R$ 4,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 41,2% frente ao mesmo período de 2025.
  • A receita total atingiu R$ 9,9 bilhões no trimestre, incremento de 34%, impulsionada por receitas de Investment Banking (+65%) e sale & trading (+43%).
  • Despesas operacionais ficaram em R$ 3,79 bilhões, alta de 25,5% na comparação anual, em parte pela consolidação de 20% do Banco Pan.
  • ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) ficou em 26,6%, ante 23,2% no 1º trimestre de 2025, crescimento de 3,4 pontos percentuais.
  • O CEO Roberto Sallouti disse que o período teve resultados recordes mesmo com volatilidade de mercados, mantendo foco em gestão de riscos e valor para clientes e acionistas.

O BTG Pactual divulgou seu lucro líquido ajustado de 4,8 bilhões de reais no primeiro trimestre de 2026, avanço de 41,2% frente ao mesmo período de 2025. O resultado foi divulgado por meio de comunicado ao mercado nesta segunda-feira, 11.

O trimestre foi marcado por crescimento de receitas e melhoria na rentabilidade. A receita total atingiu 9,9 bilhões de reais, impulsionada por alta de 65% em Investment Banking e aumento de 43% em sale & trading.

As despesas operacionais somaram 3,79 bilhões de reais, alta de 25,5% na comparação anual. A prática de expansão de negócios, incluindo a consolidação de 20% do Banco Pan, ajudou a explicar o aumento.

Desempenho e rentabilidade

A rentabilidade do BTG, medida pelo ROE, ficou em 26,6%, encontrando ganho de 3,4 pontos percentuais em relação ao 1º trimestre de 2025. O banco já opera com ROE acima de grandes bancos nacionais, em comparação com Itaú (24,8%), Santander (16%) e Bradesco (15,8%).

Perspectiva de mercado

Segundo o CEO Roberto Sallouti, o grupo manteve resultados recordes mesmo diante de volatilidade de mercados e tensões geopolíticas. O executivo afirma que a posição visa crescer com gestão de riscos e geração de valor para clientes e acionistas.

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