- Desenrola Fies deve começar a funcionar nesta semana, conforme anúncio do ministro da Fazenda, Dario Durigan, com a medida autorizando a novidade no início do mês.
- A renegociação vale para débitos vencidos até a edição da medida provisória, com desconto que pode chegar a até 99% do valor consolidado da dívida em caso de quitação integral.
- O Desenrola 2.0, para dívidas com bancos, já acumula perto de quase R$ 1 bilhão em renegociação; cerca de 200 mil pedidos foram recebidos, e metade já está concluída.
- Participam consumidores com dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, inadimplentes entre 90 dias e dois anos, com descontos de 30% a 40% e juros máximos de 1,99% ao mês.
- O governo trabalha em uma versão do programa voltada para adimplentes, com um prêmio para quem manteve as contas em dia.
O Desenrola Fies deve começar a funcionar já nesta semana, segundo anúncio feito nesta segunda-feira (11/5). A medida foi autorizada no início do mês por meio de uma medida provisória.
A iniciativa amplia as possibilidades de renegociação de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Estudantes podem ter débitos vencidos e não pagos beneficiados, com descontos que podem chegar a até 99% do valor consolidado, em caso de quitação integral.
O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Dário Durigan, que destacou a implementação rápida após a MPs. O Fies permite empréstimos para cursos em instituições privadas, com início de pagamento apenas após a formatura.
Desenrola 2.0
O ministro também apresentou dados do programa ampliado, anunciado pelo presidente Lula no Dia do Trabalhador. A renegociação de dívidas já está próxima de atingir R$ 1 bilhão, com cerca de 200 mil pedidos recebidos pelos bancos e aproximadamente metade já concluídos.
O Desenrola 2.0 permite renegociação de dívidas atrasadas com bancos, em condições mais favoráveis. Valem dívidas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e 2 anos, envolvendo cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.
Os descontos variam entre 30% e 40%, com juros máximos de 1,99% ao mês. Durigan informou ainda que o governo prepara uma versão do programa para consumidores adimplentes, com incentivos para quem manteve as contas em dia.
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