- O Fundo Verde, liderado por Luis Stuhlberger, encerrou abril com alta de 2,71% e acumula 7,41% no ano, ante 4,54% do CDI.
- A carta mensal aos cotistas aponta ganhos com posições de renda variável no Brasil e no exterior.
- Contribuíram para o ganho a parcela comprada no real e em estratégias de juros reais nos Estados Unidos.
- As perdas vieram de posições em metais preciosos e do hedge em crédito na Arábia Saudita.
O fundo Verde, gerido por Luis Stuhlberger, fechou abril com alta de 2,71% e acumula 7,41% no ano, ante 4,54% do CDI. A performance foi destaque entre os cotistas no último mês.
Segundo a carta mensal aos cotistas, ganhos vieram de posições em renda variável no Brasil e no exterior, além de maior exposição ao real e a estratégias de juros reais nos Estados Unidos. A gestão ressalta a atuação multimo da carteira.
As perdas ficaram por conta de posições em metais preciosos e do hedge em crédito na Arábia Saudita, conforme o relatório. O documento também aborda a configuração de risco e o cenário para o restante de 2026.
Desempenho por ativos
A contribuição da renda variável brasileira e externa impulsionou o ganho acumulado no ano, segundo a carta aos cotistas. A gestão não detalha posições específicas, mantendo foco nos resultados amplos da carteira.
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