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Mesmo endividados, brasileiros aceitariam fazer empréstimo pelo hexa

Um em cinco brasileiros toparia se endividar pelo hexacampeonato, chegando a trinta por cento entre jovens de dezoito a vinte e quatro anos, aponta estudo da Creditas

Amistosos Internacionais 2025 / Brasil 2 x 0 Senegal
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  • 20% dos brasileiros toparia se endividar pelo Hexa, e esse índice sobe para 30% entre jovens de 18 a 24 anos.
  • Mais da metade da população (56%) admite participar de bolões ou apostas; entre os jovens, o total chega a 69%.
  • Quem pretende apostar aponta usos como cobrir gastos do mês (31%) e renda extra para quitar dívidas (15%), mas a maioria aposta por diversão (54%).
  • Endividados apostam com maior intensidade (79%) do que os não endividados (48%), e 37% dos que já possuem dívidas aceitariam ampliar o endividamento pelo título.
  • O estudo “Placar das Finanças”, da Creditas em parceria com Opinion Box, aponta que 39% acreditam que a seleção é mais provável de vencer o Mundial do que terminar o ano no azul, enquanto 41% veem mais fácil terminar 2026 sem dívidas do que conquistar o hexacampeonato.

Em meio ao Novo Desenrola Brasil, estudo aponta que 20% dos brasileiros aceitariam se endividar para ver o Brasil vencer o Hexa. A pesquisa é da Creditas em parceria com a Opinion Box.

O levantamento intitulado Placar das Finanças mostra que 39% dos brasileiros veem o título mundial como mais provável do que fechar o ano no azul. Entre jovens de 18 a 24 anos, esse percentual sobe para 30%.

Entre os dados, 56% afirmam considerar bolões ou apostas durante o torneio; entre jovens, o índice chega a 69%. Quem pretende apostar cita ganhos para cobrir despesas mensais (31%) ou quitar dívidas (15%), mas a maior parte aposta por lazer (54%).

Entre os endividados, 79% pretendem apostar, contra 48% entre os não endividados. Dos já com dívidas, 37% aceitariam ampliar o endividamento para facilitar o título, segundo a pesquisa.

Guilherme Casagrande, educador financeiro da Creditas, explica que a Copa reforça a mobilização emocional, abrindo espaço para decisões financeiras menos racionais. Ele alerta para o risco de orçamento fragilizado com o impulso de consumo.

Os motivos para apostar variam: diversão e entretenimento aparecem em 54% dos casos; 31% buscam cobrir gastos do mês e 15% veem a aposta como renda extra para pagar dívidas. A visão sobre a Seleção está dividida: 39% acreditam mais provável o título; 41% veem mais fácil terminar 2026 sem dívidas do que sacar o hexacampeonato.

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