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André Esteves defende ajuste fiscal e critica juros altos para bancos

André Esteves defende ajuste fiscal para reduzir juros, critica alta de 15% por elevar inadimplência e aponta cenário estável para reformas

André Esteves no Fórum VEJA Brazil Insights Nova York (Erika Fijyama/Divulgação)
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  • André Esteves, chairman do BTG Pactual, defendeu o ajuste fiscal como caminho para reduzir juros e estimular o crescimento no Brasil, em evento do Fórum VEJA Brazil Insights Nova York.
  • Ele afirmou que juros na casa de 15% aumentam a inadimplência e prejudicam empresas, defendendo que o juro ideal para o setor é entre sete e nove por cento.
  • O executivo disse que o Brasil vive um momento mais estável do que em crises anteriores, comparando a situação atual ao período após o impeachment de Dilma Rousseff.
  • Esteves destacou a importância da descentralização de poder entre Executivo, Congresso e Judiciário, elogiando o Congresso mais independente e o Supremo Tribunal Federal mais ativo.
  • Segundo ele, o país não enfrentou crises institucionais graves devido à capacidade institucional de defesa e aos mecanismos de controle e à imprensa livre.

André Esteves, chairman e senior partner do BTG Pactual, defendeu hoje o ajuste fiscal como caminho para reduzir juros e estimular o crescimento no Brasil. A declaração foi feita durante o Fórum VEJA Brazil Insights, em Nova York.

O executivo afirmou que taxas próximas de 15% elevam a inadimplência e prejudicam empresas, defendendo um cenário de juros entre 7% e 9% como ideal para o setor financeiro. O comentário ocorreu no encontro desta terça-feira.

Esteves disse que o Brasil atravessa um momento mais estável do que em crises anteriores e comparou a atual situação à época após o impeachment de Dilma Rousseff. Segundo ele, a economia está mais organizada e facilita avanços na agenda econômica.

O banqueiro também elogiou instituições brasileiras e a descentralização de poder entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Ele afirmou que um Congresso mais independente e um STF ativo ajudam a evitar crises institucionais mais profundas.

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