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BAS 2026 em Belém reúne 130+ startups para debater bioeconomia na Amazônia

Belém sedia BAS 2026 com mais de 130 startups e 60 instituições, debatendo financiamento e cadeias sustentáveis para consolidar a bioeconomia amazônica

Empreendedores amazônicos apresentam soluções sustentáveis: evento destaca a Amazônia como um centro global de inovação (BAS /Divulgação)
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  • Belém recebe a terceira edição do Bioeconomy Amazon Summit (BAS) de 12 a 14 de maio, reunindo startups, instituições e especialistas em bioeconomia.
  • O BAS reúne mais de 130 startups e 60 instituições de diversos países para acelerar negócios que conectem a Amazônia à inovação tecnológica.
  • O tema deste ano é “Convergir para Inovar”, destacando a Amazônia como centro de soluções para a crise climática com foco em regeneração econômica.
  • Grandes instituições financeiras participam dos debates, como BNDES, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Mundial e International Finance Corporation (IFC), explorando novos modelos de financiamento.
  • Delegações internacionais e especialistas discutem reflorestamento, inovação territorial e saberes tradicionais, em espaços no Parque da Bioeconomia e no Armazém 3 da Estação das Docas, em Belém.

Belém sedia a terceira edição do Bioeconomy Amazon Summit (BAS), de 12 a 14 de maio, para debater bioeconomia no Brasil e no mundo, conectando tecnologia, ciência e saberes locais.

A edição reúne mais de 130 startups e 60 instituições de diversos países, com o objetivo de acelerar negócios que integrem o potencial econômico da Amazônia à inovação. O tema é Convergir para Inovar.

Guilherme Manechini, CEO do BAS, afirma que o evento posiciona a Amazônia como matriz de inteligência em bioeconomia e como sujeito político de uma nova agenda global que liga clima, cultura e tecnologia com justiça social.

Amazônia no centro da agenda climática

Os debates ampliam discussões sobre financiamento misto e cadeias produtivas sustentáveis, além de reflorestamento, inovação territorial e uso dos saberes tradicionais para enfrentar crises ambientais.

Renato Ramalho, CEO da KPTL e um dos organizadores, destaca que diálogos entre cientistas e lideranças indígenas e quilombolas são pilares do BAS, mostrando que a inovação para a crise climática nasce do intercâmbio entre saberes.

Espera-se que cerca de 1,5 mil pessoas circulem pelo BAS todos os dias, com participação de representantes de grandes instituições financeiras para debater modelos de financiamento para a bioeconomia.

Financiamento e parcerias

Delegações internacionais devem observar as soluções desenvolvidas pelos empreendedores da região, buscando entender aplicações em cenários globais e inspirar novas parcerias.

O BAS é realizado pelo BAS Convergence Hub, em parceria com o Jornada Amazônia, com co-realização da Fundação Amazônia Sustentável, Sebrae Pará, CIRAD, EMBRAPA, IPAM e outras instituições.

O evento ocorre no Parque da Bioeconomia (Porto Futuro 2) e no Armazém 3 da Estação das Docas, em Belém, reunindo espaço para demonstrações, debates e reuniões de negócios.

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