- A BASF Soluções para Agricultura participa do São Paulo Innovation Week, que ocorre de 13 a 15 de maio, apresentando uma visão de inovação baseada em desafios do campo.
- No Brasil, a BASF projeta mais de 30 lançamentos até 2035, incluindo novos modos de ação, formulações, biotecnologias e ferramentas digitais.
- A empresa trabalha com uma abordagem holística dos sistemas produtivos, conectando soluções ao longo do ciclo das culturas para apoiar decisões, reduzir riscos e sustentar a produtividade.
- Globalmente, a BASF investe cerca de 1 bilhão de euros por ano em pesquisa e desenvolvimento; no Brasil, esse esforço se traduz em um portfólio em expansão.
- Um exemplo é a tecnologia NRS para soja, com potencial de impacto de até R$ 20 bilhões na cadeia; o uso de manejo integrado busca enfrentar nematoides, cuja perda estimada chega a cerca de R$ 35 bilhões por ano no país.
A BASF Soluções para Agricultura participa do São Paulo Innovation Week para apresentar uma visão de inovação que parte dos desafios reais do campo. A ação integra tecnologia, cultura, processos e colaboração para apoiar decisões mais eficientes e sustentáveis.
O evento ocorre em São Paulo entre 13 e 15 de maio. A BASF usa a experiência do agronegócio brasileiro para destacar soluções que conectam proteção de cultivos, sementes, biotecnologia, agricultura digital e serviços financeiros.
Em período anterior, o agronegócio tem papel central na economia brasileira, respondendo por cerca de um quarto do PIB, segundo Cepea. A BASF argumenta que o setor precisa produzir mais em menos espaço, com cadeias complexas.
Dados da Conab mostram evolução da área cultivada no Brasil: de 37 milhões para 82 milhões de hectares entre 1976 e 2025, com produção de 47 milhões para 336 milhões de toneladas. O salto traduz o peso do setor.
“A terra é limitada, a demanda cresce e as mudanças climáticas criam extremos. Atendemos a esses desafios transformando complexidade em soluções práticas para o agricultor”, afirma Marcelo Batistela, vice-presidente da BASF no Brasil.
Inovação como sistema
Batistela ressalta que as soluções vão além de tecnologias isoladas. A BASF atua com um olhar holístico, conectando ferramentas ao longo do ciclo das culturas e integrando proteção, sementes, biotecnologia, agricultura digital e serviços financeiros.
Segundo o executivo, a estratégia envolve entender a gestão de cada fazenda para oferecer soluções alinhadas à realidade do produtor, reduzindo riscos e protegendo a produtividade. O foco é a integração em sistemas produtivos.
Globalmente, a BASF destina cerca de 1 bilhão de euros anuais a pesquisa e desenvolvimento. No Brasil, o portfólio crescerá com mais de 30 lançamentos até 2035, incluindo modos de ação, formulações, biotecnologias e ferramentas digitais.
A proposta é transformar inovação em impacto real, conectando soluções aos sistemas produtivos e aos dilemas atuais da agricultura, garantindo resultados ao longo das safras.
Da incerteza à previsibilidade
Na prática, a BASF destaca a soja como exemplo de manejo estratégico que envolve culturas em rotação com milho e algodão. A visão integrada do manejo é vista como essencial para sustentar a produtividade e a sustentabilidade.
Entre as inovações está a tecnologia NRS para soja, prevista para chegar ao mercado nos próximos anos. A empresa afirma que esse desenvolvimento pode gerar impacto de até R$ 20 bilhões na cadeia produtiva da soja.
A BASF investe em biotecnologias que atuam no controle de nematoides, pragas do solo capazes de comprometer diversas culturas. O objetivo é associar tecnologia a estratégias de manejo do solo e rotacionamento de culturas.
A participação no São Paulo Innovation Week acontece em dois momentos: no dia 13, em plenária sobre lideranças inovadoras, e no dia 15, em painel sobre a nova ordem global e o redesenho do mapa do agronegócio.
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