- Marcas de luxo, de Dior a Gucci, estão redesenhando suas redes de lojas para concentrar em poucas unidades de alto impacto em cidades-alfa.
- A estratégia visa obter retornos melhores em meio a um recuo prolongado do setor.
- A Dior inaugurou uma flagship em Nova York, na East 57th Street.
- Gabriele Cerrone, investidor imobiliário de luxo, aponta que grandes labels enxergam apenas localizações extremamente primárias.
- A tendência busca otimizar ativos e reduzir a exposição em mercados menos valorizados.
Diante de um cenário de lenta recuperação no setor de luxo, marcas de alta renda estão revisando suas redes de lojas para priorizar um número menor de estabelecimentos, porém de maior efeito. A tendência aponta para lojas emblemáticas em cidades consideradas ‘alpha’, com foco em retorno mais robusto.
Entre as exemplos, Dior e Gucci aparecem como referências no redesenho de estratégia. As empresas estão reduzindo o número de pontos de venda e concentrando investimentos em lojas de alto impacto em capitais globais, onde a demanda por experiência e exclusividade é mais intensa. A abordagem busca maximizar presença e rendimiento em mercados estratégicos.
Uma peça recente sobre o tema destaca também o papel de investidores e desenvolvedores no setor. Gabriele Cerrone, conhecido por atuar com marcas de luxo, observa que o fechamento de regiões menos relevantes e a readequação de espaços podem convergir para maior rentabilidade no longo prazo. A leitura sugere que o lucro passa pela qualidade de localização e pelo posicionamento de varejo.
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