- O governo revogou o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ fifty, conhecido como “taxa das blusinhas”, medida comemorada pela Shein.
- A empresa classifica a decisão como grande vitória para o consumidor brasileiro, citando aumento de acesso a produtos de qualidade, a preços acessíveis e maior diversidade de oferta.
- A firma ressalva que a revogação não elimina totalmente a tributação; consumidores ainda podem ser cobrados ICMS estadual e há possíveis mudanças com a reforma tributária.
- A Shein mantém Brasil como mercado estratégico, com mais de cinquenta milhões de consumidores e mais de quarenta e cinco mil vendedores cadastrados no marketplace nacional, além de investimentos em logística, tecnologia e produção local.
- A companhia afirma que continuará trabalhando com autoridades e setor para discutir o futuro do comércio eletrônico no país.
A decisão do governo federal de revogar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido como a chamada taxa das blusinhas, foi anunciada pelo governo. A medida, que vigorou até então, foi alvo de reação do setor de varejo digital. A Shein informou apoio à mudança e celebrou o impacto para o consumidor.
Segundo a empresa, a revogação representa uma grande vitória para o consumidor brasileiro, especialmente para as classes C, D e E. A gestão da Shein no Brasil destacou que a medida pode ampliar o acesso a produtos de qualidade a preços mais baixos e ampliar a diversidade de oferta.
A reclamação de consumidores e varejistas sobre a taxa gerou debate nos últimos anos. A Shein ressaltou que a retirada não elimina a tributação total sobre compras internacionais, já que tributos estaduais, como o ICMS, permanecem sujeitos à cobrança. Possíveis mudanças com a reforma tributária também foram mencionadas.
Brasil como prioridade estratégica
A empresa afirmou que o Brasil continua entre os mercados prioritários para seus planos de expansão. A Shein no Brasil relata mais de 50 milhões de consumidores e mais de 45 mil vendedores cadastrados em seu marketplace nacional.
A companhia mantém investimentos em logística, tecnologia e produção local, reforçando a nacionalização da produção e a parceria com fornecedores brasileiros para acelerar entregas e ampliar a atuação no país. A Shein também disse manter diálogo com autoridades.
A operação global da empresa tem sede em Singapura, após evolução de estratégia iniciada na China, onde a empresa nasceu. No Brasil, a plataforma de marketplace ganhou força desde 2022, com planos de crescimento contínuo no mercado brasileiro.
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