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Taxa da blusinha é grande vitória para o consumidor, diz CEO da Shein Brasil

Revogação da taxa de até US$ fifty para compras internacionais é vista pela Shein como grande vitória do consumidor brasileiro, ampliando acesso a produtos a preços acessíveis

Felipe Feistler, presidente da Shein no Brasil: "Acreditamos que a decisão contribui para ampliar o acesso da população a produtos de qualidade, a preços acessíveis e a uma maior diversidade de oferta" (Wanezza Soares /Divulgação)
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  • O governo revogou o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ fifty, conhecido como “taxa das blusinhas”, medida comemorada pela Shein.
  • A empresa classifica a decisão como grande vitória para o consumidor brasileiro, citando aumento de acesso a produtos de qualidade, a preços acessíveis e maior diversidade de oferta.
  • A firma ressalva que a revogação não elimina totalmente a tributação; consumidores ainda podem ser cobrados ICMS estadual e há possíveis mudanças com a reforma tributária.
  • A Shein mantém Brasil como mercado estratégico, com mais de cinquenta milhões de consumidores e mais de quarenta e cinco mil vendedores cadastrados no marketplace nacional, além de investimentos em logística, tecnologia e produção local.
  • A companhia afirma que continuará trabalhando com autoridades e setor para discutir o futuro do comércio eletrônico no país.

A decisão do governo federal de revogar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido como a chamada taxa das blusinhas, foi anunciada pelo governo. A medida, que vigorou até então, foi alvo de reação do setor de varejo digital. A Shein informou apoio à mudança e celebrou o impacto para o consumidor.

Segundo a empresa, a revogação representa uma grande vitória para o consumidor brasileiro, especialmente para as classes C, D e E. A gestão da Shein no Brasil destacou que a medida pode ampliar o acesso a produtos de qualidade a preços mais baixos e ampliar a diversidade de oferta.

A reclamação de consumidores e varejistas sobre a taxa gerou debate nos últimos anos. A Shein ressaltou que a retirada não elimina a tributação total sobre compras internacionais, já que tributos estaduais, como o ICMS, permanecem sujeitos à cobrança. Possíveis mudanças com a reforma tributária também foram mencionadas.

Brasil como prioridade estratégica

A empresa afirmou que o Brasil continua entre os mercados prioritários para seus planos de expansão. A Shein no Brasil relata mais de 50 milhões de consumidores e mais de 45 mil vendedores cadastrados em seu marketplace nacional.

A companhia mantém investimentos em logística, tecnologia e produção local, reforçando a nacionalização da produção e a parceria com fornecedores brasileiros para acelerar entregas e ampliar a atuação no país. A Shein também disse manter diálogo com autoridades.

A operação global da empresa tem sede em Singapura, após evolução de estratégia iniciada na China, onde a empresa nasceu. No Brasil, a plataforma de marketplace ganhou força desde 2022, com planos de crescimento contínuo no mercado brasileiro.

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