- 16% dos brasileiros já aplicam em criptomoedas, segundo estudo do Mercado Bitcoin.
- 56% dos que não investem hoje consideram entrar no mercado no futuro.
- Entre os atuais investidores, 80% dizem não se arrepender da decisão.
- Perfil predominante: idade entre 25 e 34 anos, ensino superior completo, renda mensal entre R$ 3.000 e R$ 5.000.
- Amostra da pesquisa envolveu 2.000 brasileiros maiores de 18 anos, entre 1º e 7 de maio de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
O levantamento divulgado pelo Mercado Bitcoin aponta que 16% dos brasileiros já aplicam em criptomoedas. Entre quem ainda não investe, 56% considera entrar no mercado no futuro. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, e refletem o crescimento do interesse pelo setor.
A pesquisa indica que o impulso vem do aumento do valor das moedas digitais e da maior aceitação por comerciantes e instituições financeiras. O estudo destacou ainda que a curiosidade sobre criptomoedas cresce em diferentes faixas etárias e formações.
O perfil do investidor de criptomoedas no Brasil, segundo o levantamento, é predominantemente jovem, entre 25 e 34 anos, com ensino superior completo. A maior parte tem renda mensal entre R$ 3.000 e R$ 5.000.
Além disso, a maioria dos participantes vê as criptomoedas como uma oportunidade de diversificação de carteira e como proteção contra a inflação. Ainda assim, há ressalvas sobre a volatilidade e a necessidade de estudo prévio.
O Mercado Bitcoin ressaltou que o maior interesse se reflete na parcela de investidores que já possuem moedas digitais. Segundo a pesquisa, 80% dos que já aplicam em criptomoedas afirmam não se arrepender da decisão.
Metodologia e alcance
A pesquisa foi realizada com 2.000 brasileiros maiores de 18 anos, entre 1º e 7 de maio de 2026. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Perspectivas de curto prazo
O estudo aponta que o interesse no setor tende a continuar, com mais pessoas avaliando a entrada no mercado nos próximos meses. A divulgação dos resultados ocorreu sem participação de instituições governamentais, apenas com dados de campo do mercado digital.
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