- Fornecedores chineses de grandes redes americanas, como Walmart e Costco, disseram que vão aumentar preços pela primeira vez em anos.
- Os reajustes ocorrem enquanto custos de matéria-prima sobem e as fábricas se preparam para o Natal.
- Os aumentos são variados conforme o produto e o tipo de cliente.
- Grandes redes de varejo podem ter aumento de até cerca de cinco por cento em alguns itens.
- Mercados menores podem enfrentar altas de até quinze por cento, segundo as fontes.
Oportunidade de compra pode ficar mais cara neste Natal. Fornecedores chineses que abastecem grandes redes dos EUA, como Walmart e Costco, elevaram preços pela primeira vez em anos. O movimento ocorre em meio a custos de matérias-primas em alta e produção intensificada para o feriado.
As altas variam conforme o produto e o tipo de cliente. Em alguns casos, fabricantes aumentam até 5% para grandes varejistas, enquanto para comerciantes menores os reajustes chegam a 15%, segundo entrevistas com mais de uma dúzia de fornecedores nas últimas duas semanas.
O cenário ocorre enquanto fábricas na China aceleram a produção para a temporada de festas, e os custos de insumos sobem. Analistas apontam que a cadeia global enfrenta pressões inflacionárias que ajudam a sustentar os reajustes.
As informações foram obtidas por meio de conversas com fornecedores chineses envolvidos nas cadeias de suprimento de grandes redes de varejo dos EUA. O objetivo é compreender como as mudanças afetam logística e custos.
Impacto para varejistas e consumidores
O reajuste de preços pode se traduzir em repasses aos consumidores em forma de itens importados mais caros. Grandes cadeias costumam repassar parte dos aumentos ao preço final dos produtos de consumo diário.
Ainda não há confirmação sobre prazo de vigência dos reajustes. Restaurar margens de lucro de fornecedores dependerá da evolução dos custos de produção e da demanda no comércio varejista dos EUA.
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