- A Agência Internacional de Energia (AIE) afirma que a demanda por petróleo deve recuar ainda mais com o agravamento do choque no Estreito de Ormuz.
- O quase fechamento da via marítima desencadeou um choque de oferta sem precedentes nos mercados globais de energia.
- Mesmo com a retomada da navegação, o fornecimento de petróleo pode permanecer restrito por meses.
- O cenário-base da AIE pressupõe que os fluxos pelo Estreito de Ormuz serão retomados gradualmente a partir de junho.
- A avaliação não traz previsões de curto prazo sobre preço, apenas destaca o impacto contínuo na oferta até a normalização parcial.
O choque de oferta causado pelo quase fechamento do Estreito de Ormuz persiste nos mercados globais de energia. A Agência Internacional de Energia (AIE) aponta que o fornecimento de petróleo permaneça restrito por meses, mesmo com a navegação sendo retomada.
A AIE afirma que a demanda tende a cair ainda mais diante do agravamento do choque, que afeta a disponibilidade de crude e a confiança dos compradores. O relatório destaca ajustes de curto prazo e volatilidade nos preços.
No cenário-base da agência, os fluxos pelo Estreito de Ormuz seriam retomados gradualmente a partir de junho, mas os impactos persistiriam por um tempo. A previsão considera efeitos geopolíticos, operacionais e de estoque nos grandes mercados.
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