- O Goldman Sachs usa inteligência artificial para crescer sem contratar muito, afirmou o presidente e COO, John Waldron.
- Waldron descreveu o banco como “uma linha de montagem humana” que ficará mais digital, com agentes digitais funcionando como robôs.
- Funções de back-office já são executadas por máquinas, e a IA pode trazer ganhos em áreas como integração de clientes, empréstimos, relatórios regulatórios e gestão de fornecedores.
- A estratégia interna, chamada OneGS 3.0, visa economias de eficiência com IA, ainda sem clareza sobre como a estrutura organizacional mudará.
- Os impactos mais amplos devem aparecer entre 2027 e 2028, com avaliação de ganhos de produtividade, redução de custos e investimentos perdidos.
O Goldman Sachs está usando IA para crescer sem aumentar bastante o quadro de funcionários. O presidente e COO do banco, John Waldron, comenta que a instituição funciona como uma linha de montagem humana em uso de tecnologia. A informação foi veiculada pela CNBC.
Segundo Waldron, a automação torna processos mais rápidos e todos os setores ganham eficiência. Ele compara a evolução da IA com a manufatura, destacando que bancos não avançam na mesma velocidade. A ideia é ampliar produtividade sem grandes contratações.
Waldron aponta que funções de back-office ganham com máquinas, o que pode impactar estruturas de custo e escalabilidade. Ele reforça que a estratégia OneGS 3.0 busca ganhos de produtividade, economia e maior resiliência.
Para medir resultados, o executivo citou avaliações por ganhos de produtividade, economia de custos e investimentos não realizados. Não há definição ainda sobre como a IA alterará a composição da equipe.
IA e eficiência no Goldman
A implementação de IA generativa pode influenciar, segundo Waldron, a organização de forma gradual, com efeitos mais perceptíveis entre 2027 e 2028. O restante da economia cita demissões associadas à recuperação pós-pandemia como fator adicional.
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