- As negociações salariais entre Samsung Electronics e o sindicato não chegaram a um acordo, após dias de reunião para evitar a greve prevista para 21 de maio.
- A mediação do governo acabou fracassando, conforme informou a Samsung, que disse ter havido rompimento das negociações.
- A empresa afirmou manter esforços para evitar o pior cenário, mas persiste a divergência sobre bonificações por desempenho.
- O líder sindical afirmou que as diferenças não foram reduzidas e que continuará buscando mediação governamental, sem convocar greve ilegal, mas adotando medidas legais.
- Os trabalhadores querem eliminar o teto de bonificações de até cinquenta por cento do salário anual e proportionar quinze por cento do lucro operacional a incentivos; a Samsung propõe dez por cento das parcelas operacionais para bonificações, com um pacote de compensação especial. Se não houver acordo, a greve pode começar em vinte e um de maio e se prolongar até sete de junho, com impacto potencial na cadeia de suprimentos global.
Os sindicatos e a Samsung Electronics não chegaram a um acordo salarial após dias de negociações, com a greve prevista para 21 de maio na Coreia do Sul ainda em aberto. A falha nas tratativas ocorreu apesar da mediação do governo.
A empresa informou que continuará buscando um desfecho para evitar o pior cenário, mantendo o esforço para manter a continuidade da cadeia de suprimentos de semicondutores. A divisão persiste sobre bonificações baseadas no desempenho.
O encontro ocorreu em Sejong, na sede da Comissão Nacional de Relações Laborais. O líder sindical Choi Seung-ho afirmou que as divergências permanecem, e que a mediação não trouxe avanços, levando a uma decisão de buscar vias legais caso o impasse persista.
Ponto-chave da negociação
- Sindicato: manter a eliminação do teto atual de bonificações de até 50% do salário anual, propondo destinar 15% do benefício operacional a incentivos.
- Samsung: propõe destinar 10% das ganancias operativas a bonificações, acompanhado de um pacote de compensação especial.
Possível impacto econômico
Se não houver acordo, a greve pode iniciar em 21 de maio e se estender até 7 de junho, afetando a produção mundial do maior fabricante de chips de memória. Estimativas apontam perdas relevantes para a economia, superior a 40 trilhões de wones.
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