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Brasileiro tende a ser conservador ao investir em criptomoedas aponta pesquisa

Pesquisa indica investidor brasileiro em cripto priorizando segurança, com diversificação em ações, fundos e FIIs, e quase metade mantém dinheiro na poupança

Bitcoin, cotação, criptomoeda
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  • Pesquisa sobre o investidor brasileiro mostra perfil conservador ao aplicar em ativos digitais, com foco em segurança.
  • CDBs aparecem em 56% das carteiras, seguidos pela poupança (49%) e pelo Tesouro Direto (30%).
  • Quem investe em criptomoedas tende a ter carteira com ações, fundos de investimento e FIIs, indicando diversificação.
  • Quase metade dos investidores em cripto ainda mantém dinheiro na poupança; avanços regulatórios e ETFs de bitcoin ajudam a atrair o investidor conservador.
  • Produtos mais estáveis, como stablecoins e renda fixa digital, ajudam a tornar o mercado de ativos digitais mais próximo de investidores cautelosos.

O investidor brasileiro permanece conservador ao aplicar em ativos digitais, mesmo com o avanço das criptomoedas no país. A pesquisa Panorama do Investidor Brasileiro aponta que segurança é prioridade ao escolher onde colocar o dinheiro, inclusive entre quem já investe em ativos digitais.

Realizada pelo Mercado Bitcoin em parceria com a Opinion Box, a sondagem mostra que CDBs aparecem como o produto mais presente nas carteiras (56%), seguidos pela poupança (49%) e pelo Tesouro Direto (30%). Entre quem investe em cripto, há maior presença de ações, fundos e FIIs, revelando foco em diversificação.

Apesar do peso de ativos tradicionais, quase metade dos investidores em cripto ainda mantém dinheiro na poupança. A explicação passa pela percepção de segurança: o mercado vem ganhando maturidade e regulação, o que aproxima conservadores do universo cripto.

Mudanças recentes ajudam a ampliar o interesse

O avanço regulatório e a atuação de produtos estruturados, como ETFs de Bitcoin, ajudam a ampliar o acesso por canais já consolidados, segundo o diretor Giresse Contini. Ele aponta que o ecossistema passa a oferecer exposição dentro de estruturas reguladas.

Produtos menos voláteis, como stablecoins e soluções de renda fixa digital, também colaboram para tornar o setor mais familiar a quem prioriza segurança antes de retorno. O analista destaca ainda a necessidade de educação financeira clara para preservar o ceticismo saudável.

Contexto adicional

A pesquisa reforça que o investidor brasileiro não abandona produtos tradicionais ao migrar para cripto, mas utiliza ativos digitais como complemento de carteira. O entendimento aponta para uma alocação mais equilibrada, com foco em diversificação, não substituição de classes.

Sobre a programação, a produção Resenha do Dinheiro conta com apoio da B3 e da BlackRock. Apresenta Thiago Godoy, Marilia Fontes e Bernardo Pascowitch, tratando educação financeira e investimentos de forma direta. O programa vai ao ar semanalmente no CNN Money e aos domingos na CNN Brasil.

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