Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Desemprego entre graduados é quase metade da média brasileira, aponta IBGE

Desemprego entre quem tem ensino superior é 3,7%, quase pela metade da média brasileira de 6,1%, com maior ocupação e rendimentos

Carteira de Trabalho — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • A taxa de desemprego entre quem tem ensino superior completo ficou em 3,7% no primeiro trimestre de 2026, ante 6,1% da média nacional.
  • A taxa de informalidade nesse grupo foi de 19%, frente a 37,3% no Brasil.
  • A ocupação alcançou 79,5% entre os mais instruídos, acima dos 58,2% da média nacional.
  • A renda média entre trabalhadores com maior instrução é de R$ 7.236, quase o dobro da média brasileira, de R$ 3.722.
  • O rendimento desse grupo é 264% maior do que o dos trabalhadores com ensino fundamental incompleto, que ganham em média R$ 1.987.

O desemprego entre quem tem ensino superior completo ficou em 3,7% no primeiro trimestre de 2026, segundo a PNAD Contínua do IBGE. O estudo aponta menor desocupação, em comparação com a média nacional de 6,1%, contribuindo para entender o impacto da formação avançada no mercado de trabalho.

Além da taxa de desemprego, a informalidade entre esse grupo foi de 19%, bem abaixo dos 37,3% da média brasileira. Ou seja, maior qualificação acompanha menor participação na informalidade.

O nível de ocupação, isto é, a proporção de trabalhadores ocupados entre a população de 14 anos ou mais, ficou em 79,5% para quem tem ensino superior. O indicador fica bem acima dos 58,2% observados no conjunto da população.

Quanto aos rendimentos, a diferença é ainda mais expressiva. A renda média entre quem tem maior instrução chegou a R$ 7.236, quase o dobro da média nacional (R$ 3.722). O valor é 264% superior ao ganho médio de quem tem apenas o ensino fundamental incompleto (R$ 1.987).

Para o analista do IBGE William Kratochwill, o superior completo está fortemente associado à ocupação. “Quase 80% das pessoas com 14 anos ou mais com nível superior estão ocupadas. O mercado de trabalho valoriza a qualificação, refletindo a capacidade individual”, afirma.

Desempenho por nível de instrução

  • Desocupação: 3,7% entre quem tem ensino superior, 6,1% na média nacional.
  • Informalidade: 19% entre os mais instruídos, 37,3% no total.
  • Ocupação: 79,5% entre os mais instruídos, 58,2% na média brasileira.
  • Rendimentos: média de R$ 7.236 para o grupo com maior instrução, frente a R$ 3.722 na média e R$ 1.987 para o ensino fundamental incompleto.

As informações são da PNAD Contínua do IBGE, com base nos dados do primeiro trimestre de 2026. O estudo descreve a relação entre nível de instrução e condições de trabalho no país.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais