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Desemprego varia entre 2,7% em SC e 10% no AP no 1º trimestre, aponta ranking

Desemprego avança em quinze estados e fica estável em doze; Santa Catarina registrou 2,7% e Amapá, 10% no 1º trimestre, com Brasil em 6,1%

A imagem mostra a entrada de uma loja de roupas, onde há um cartaz com a inscrição 'Precisa-se de vendedora'. Ao fundo, são visíveis várias peças de roupas penduradas em cabides, incluindo camisetas de diferentes cores.
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  • A taxa de desocupação no Brasil ficou em 6,1% no 1º trimestre de 2026, a menor para esse período na série histórica da PNAD Contínua.
  • Entre os estados, há variação: 2,7% em Santa Catarina e 10% no Amapá.
  • No país, 15 estados registraram alta da desocupação em relação ao quarto trimestre de 2025, enquanto 12 mantiveram estabilidade.
  • O IBGE aponta que o aumento é explicado, em parte, pela dispensa de trabalhadores temporários, sobretudo no comércio e no fim de contratos no setor público municipal.
  • A taxa de informalidade também varia bastante, com Maranhão, Pará e Amazonas entre os maiores índices; Santa Catarina e Distrito Federal aparecem entre os menores.

O desemprego no Brasil registrou 6,1% no primeiro trimestre de 2026, conforme pesquisa PNAD Contínua do IBGE. O índice subiu frente a 5,1% no quarto trimestre de 2025, marcando a menor taxa para esse período desde o início da série, em 2012. Os números destacam variações regionais relevantes.

Santa Catarina e Amapá apresentam extremos: 2,7% e 10% de desocupação, respectivamente, entre janeiro e março deste ano. O levantamento aponta que, no Brasil, a taxa de desocupação cai para 6,1% quando se considera a população de 14 anos ou mais sem emprego e em busca de oportunidades.

Variação regional e causas

Entre estados, 15 registraram alta na desocupação em relação ao trimestre anterior, enquanto 12 exibiram estabilidade. O IBGE atribui o movimento, em parte, ao término de contratos de trabalhadores temporários.

Ceará, Acre e Tocantins lideraram os aumentos, com altas que variaram de 0,8 a 2,3 pontos percentuais. Em estados como São Paulo, Minas Gerais e Pará, o avanço ficou em torno de 1,2 a 1,3 p.p. A estabilidade ocorreu em unidades com menor impacto de contratos sazonais.

Entorno e fatores adicionais

Analistas destacam que a queda da informalidade em alguns locais, aliada ao setor de tecnologia, influencia o cenário. A Pesquisa aponta variações de informalidade regionais, com Maranhão e Pará entre os mais elevados, acima de 50%.

O estudo também aponta que mudanças demográficas ajudam a reduzir a pressão sobre o desemprego, com envelhecimento da população. Além disso, o desempenho recente da economia e a geração de vagas ligadas a tecnologia aparecem como fatores de apoio.

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