- A taxa de desocupação no Brasil ficou em 6,1% no primeiro trimestre de 2026, alta em relação ao quarto trimestre de 2025.
- O aumento ocorreu em quinze estados, conforme dados da PNAD Contínua do IBGE.
- As maiores taxas foram em Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%).
- O rendimento médio real habitual dos ocupados ficou em R$ 3.722, que subiu frente ao trimestre anterior (R$ 3.662) e ao mesmo período de 2025 (R$ 3.527).
- Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, PNAD Contínua, divulgação em 14 de maio de 2026.
O IBGE informou que a taxa de desocupação no Brasil subiu para 6,1% no primeiro trimestre de 2026. O aumento ocorreu em 15 estados, na comparação com o quarto trimestre de 2025. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).
A divulgação ocorreu nesta quinta-feira (14/5). Segundo o IBGE, o crescimento da taxa de desocupação foi acompanhado por elevação do desemprego em 15 unidades da Federação, sem detalhar causas específicas no texto analisado.
Entre os estados com as maiores taxas, destacam-se Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%). Os números refletem a diferença regional na oferta de vagas e na dinâmica do mercado de trabalho.
Rendimentos
O rendimento médio real habitual da população ocupada ficou em R$ 3.722. O valor representa alta em relação ao trimestre anterior, quando ficou em R$ 3.662, e também frente ao mesmo período de 2025, com R$ 3.527.
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