- Em conferência do Bank of America, a IA foi o principal tema para fintechs da América Latina, com Cloudwalk e Stark Bank apresentando iniciativas.
- A CloudWalk tenta operar a maior infraestrutura de IA da região, atendendo mais de 7 milhões de usuários ativos mensais no Brasil e nos EUA e processando mais de 60 bilhões de tokens por dia.
- O Stark Bank pretende entrar com licença bancária nos Estados Unidos nos próximos meses, com aprovação prevista para 2027; no Brasil, o pedido foi feito em dezembro de 2023 e aguarda decisão do Banco Central.
- No setor financeiro, o uso de IA é mais lento devido a exigências de testes rigorosos para evitar vazamento de dados e ataques; mesmo assim, o objetivo é manter liderança em IA.
- A IA foi descrita como disruptiva pela visão de setor: o aumento da eficiência com tecnologia pode transformar operações industriais e financeiras.
Observação de IA domina debate em conferência do Bank of America sobre fintechs da América Latina. Executivos da Cloudwalk e do Stark Bank falaram sobre as iniciativas de IA adotadas pelas empresas, destacando impactos na operação e no captação de recursos.
A Cloudwalk afirmou possuir a maior infraestrutura de computação para IA da América Latina, com agentes em produção atendendo mais de 7 milhões de usuários ativos no Brasil e nos EUA. A plataforma processa mais de 60 bilhões de tokens por dia.
Segundo a empresa, IA não funciona como função adicional, mas como modo de operação. A interação com agentes de IA tem alto nível de aceitação entre usuários, incluindo respostas de tom conversacional.
O Stark Bank explicou que, no setor financeiro, a adoção de IA avança mais devagar pela necessidade de testes rigorosos para evitar vazamento de dados ou ataques. A fintech pretende solicitar licença bancária nos EUA nos próximos meses, com previsão de aprovação em 2027.
No Brasil, o Stark Bank solicitou autorização de banco em dezembro de 2023 e aguarda retorno do Banco Central. A empresa espera ampliar atuação e serviços com o uso de IA, mantendo padrões de segurança e conformidade.
Além disso, o executivo Leonardo Vieira, da Tractian, comentou sobre o impacto disruptivo da IA na indústria, ressaltando que tecnologias novas exigem mudanças de modelo.
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