- Há grande rotação de capitais para mercados emergentes, com fluxos saindo dos Estados Unidos em direção a países emergentes.
- Os fundamentos da América Latina são vistos como atrativos, mesmo com valuations elevados, especialmente no setor de tecnologia.
- Segundo Augusto Urmeneta, a região se destaca pela adoção de GenAI, população jovem e digitalizada.
- A inclusão financeira na região ainda é baixa, o que é apontado como um fator relevante.
- Os ganhos estão atrelados a fatores regionais de demanda e a mudanças estruturais, que ajudam a sustentar o interesse dos investidores.
Em meio a um processo de rotação de mercado, fluxos investidos tendem a deixar os Estados Unidos em busca de ativos emergentes. Na prática, a América Latina aparece como um destino atrativo por seus fundamentos.
Segundo Augusto Urmeneta, analista da Bank of America, a região se destaca pela adoção da GenAI, pela população jovem e digitalizada e pela inclusão financeira ainda baixa. Esses fatores ajudam a sustentar o interesse dos investidores.
O prêmio de risco de ações na região subiu desde o ano passado, mas os fundamentos permanecem positivos, aponta Urmeneta. O setor de tecnologia, em especial, mantém valuations mais elevados.
A avaliação da BofA enfatiza que, além da tecnologia, a demanda interna e o potencial de inclusão financeira podem sustentar o crescimento. A posição da região depende ainda de fatores macro e estabilidade regional.
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