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Geração 50+ deve dominar o consumo de saúde no Brasil até 2044

Geração 50+ responderá por metade do consumo de saúde no Brasil em 2044, movimentando R$ 559 bilhões

Entenda resultados de pesquisa sobre envelhecimento no Brasil
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  • Em 2044, a geração prateada deve representar metade do consumo de saúde no Brasil, movimentando R$ 559 bilhões de um mercado de R$ 1,1 trilhão.
  • Em 2024, esse grupo respondia por 35% dos gastos, mostrando um avanço expressivo.
  • A cesta de consumo inclui planos de saúde, medicamentos e suplementos, responsáveis por 79% do gasto mensal de quem tem mais de 50 anos.
  • O gasto varia conforme a idade: 50 a 54 anos destinam 11% do consumo mensal a cuidados com a saúde; 70 a 74 anos, 18%; 80 anos ou mais, 21%.
  • Especialistas destacam a urgência da medicina preventiva e de desenvolver uma cadeia de cuidados de longa duração voltada ao idoso, para manter qualidade de vida.

A geração prateada deve dominar os gastos com saúde no Brasil até 2044, segundo estudo da data8, empresa especializada em longevidade. A projeção aponta que esse grupo movimentará R$ 559 bilhões, em um mercado total estimado em R$ 1,1 trilhão. O levantamento mostra mudança expressiva em relação a 2024.

A pesquisa indica que, em 2044, metade do consumo de produtos e serviços de saúde ficará a cargo de pessoas com 50 anos ou mais. Entre os itens incluídos estão planos de saúde, medicamentos e suplementos, que juntos respondem por 79% do gasto mensal dessa faixa etária.

O estudo apresenta ainda dados por faixa etária. Quem tem entre 50 e 54 anos destina 11% da renda mensal a cuidados com a saúde, enquanto quem tem entre 70 e 74 anos chega a 18% e, a partir de 80 anos, a participação salta para 21%.

Impacto financeiro por faixa etária

  • Menos de 50 anos: cerca de 8% da renda mensal com saúde.
  • 50 a 54 anos: 11% do consumo mensal.
  • 70 a 74 anos: 18% do orçamento.
  • A partir de 80 anos: 21% do gasto mensal total.

A maior parte dos valores é utilizada em consultas, exames e materiais para tratamentos específicos. A coordenadora da pesquisa, Lívia Hollerbach, afirma que a demanda já supera a capacidade de atendimento disponível.

Perspectiva estratégica para o sistema de saúde

A análise enfatiza a necessidade de ampliar a medicina preventiva e criar uma cadeia de cuidados de longa duração voltada aos idosos. A disseminação de hábitos saudáveis é vista como crucial para reduzir intervenções médicas futuras e manter a qualidade de vida na longevidade.

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