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Turismo cai 4% em março, segunda queda consecutiva, aponta IBGE

Turismo cai 4% em março, segunda retração seguida; transporte aéreo e hotéis pressionam o setor, com 14 estados no negativo e São Paulo no topo das perdas

Foto: Freepik
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  • Turístico brasileiro caiu 4% em março, ante fevereiro de 2026, marcando a segunda retração consecutiva; o acumulado no trimestre é de −5,4%.
  • Apesar da queda, o setor está 6,5% acima do nível de fevereiro de 2020 e 6,3% abaixo do pico histórico de dezembro de 2024.
  • Entre os estados, 14 dos 17 pesquisados tiveram queda; SP registrou o maior recuo (−6,3%), seguido por Bahia (−5,3%), Pernambuco (−9,2%), RJ (−2,4%) e Minas Gerais (−2,8%).
  • Alguns estados tiveram avanço, com Rio Grande do Sul na liderança (↑1,4%), seguido por Rio Grande do Norte (↑1,3%) e Goiás (↑0,4%).
  • No acumulado do primeiro trimestre, o turismo cresceu 0,9% frente ao mesmo período de 2025, com RJ destaque (↑8,4%), RN (↑6,8%) e Amazonas (↑5,4%); MG, SC, PE e PR apresentaram quedas.

O turismo no Brasil registrou queda de 4% em março de 2026 ante fevereiro, segundo dados do IBGE divulgados na sexta-feira (15). Foi a segunda retração mensal seguida, com o setor acumulando queda de 5,4% no período. Mesmo com o recuo, o turismo permanece 6,5% acima do nível de fevereiro de 2020, anterior à pandemia, mas 6,3% abaixo do pico registrado em dezembro de 2024.

Entre os estados pesquisados, 14 registraram queda. São Paulo teve o maior impacto negativo, com -6,3%. Rio de Janeiro (-2,4%), Bahia (-5,3%), Pernambuco (-9,2%) e Minas Gerais (-2,8%) aparecem entre os que mais influenciaram a queda nacional. Em contrapartida, alguns estados apresentaram avanços, com o Rio Grande do Sul liderando as altas (-1,4%), seguido por Rio Grande do Norte (1,3%) e Goiás (0,4%).

Desempenho mensal e regional

Na comparação com março de 2025, o volume de atividades turísticas caiu 3,9%, após dois meses de crescimento. A queda foi puxada pela menor receita de empresas ligadas ao transporte aéreo de passageiros, além de hotéis e locação de automóveis. Do total de 17 unidades da federação, 11 fecharam o mês no negativo.

São Paulo recuou 3,1% na base anual. Bahia (-11,3%), Minas Gerais (-8,1%), Pernambuco (-12,9%), Santa Catarina (-10,2%) e Ceará (-11,6%) tiveram quedas expressivas. Por outro lado, o Rio Grande do Norte avançou 7,3%, o Espírito Santo 4,6% e o Rio Grande do Sul 1,3%.

Desempenho no trimestre

Mesmo com a queda de março, o turismo acumulou alta de 0,9% no primeiro trimestre de 2026 ante igual intervalo de 2025. O ganho ocorreu principalmente por receitas em catering, bufês, restaurantes, reservas de hospedagem e transporte aéreo de passageiros. Entre os estados, o Rio de Janeiro teve o melhor resultado trimestral (8,4%), seguido por São Paulo (1,6%), Bahia (1,7%), Rio Grande do Norte (6,8%) e Amazonas (5,4%).

Por outro lado, Minas Gerais liderou as perdas no acumulado do ano (-6,9%). Santa Catarina (-6,4%), Pernambuco (-3,6%) e Paraná (-2,6%) também registraram retração.

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