- Itália participa da APAS Show 2026 com 31 empresas do setor de alimentos, reunidas nos pavilhões Verde e Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.
- As marcas representam diversas regiões da Itália, desde o sul (Sicília, Calábria, Campânia e Puglia) até o norte (Lombardia, Piemonte e Vêneto), com foco em tradição, certificações de origem e inovação.
- Destaques incluem a Parmigiano Reggiano DOP di Montagna (993 Caseificio Cavola), Casa Rinaldi, Mulino Caputo, Callipo e Flamigni, entre outras empresas familiares com longas trajetórias.
- A participação busca ampliar a presença no mercado brasileiro e fortalecer relações comerciais com o varejo, impulsionada pelo Brasil como prioridade para o setor de alimentos e bebidas italiano.
- Dados oficiais apontam que, no ano anterior, o Brasil importou aproximadamente 30 mil toneladas de massas italianas e mais de 1,3 mil toneladas de presuntos e embutidos, movimentando quase US$ 70 milhões.
A Itália ampliará sua presença no mercado brasileiro de alimentos durante a APAS Show 2026, que começa amanhã em São Paulo. A delegação reunirá 31 empresas do setor de alimentos, distribuídas entre os pavilhões Verde e Vermelho do Expo Center Norte, sob a coordenação da ICE.
A participação italiana, organizada pela Agência ICE, destaca a diversidade do agroalimentar do país, que vai da Sicília ao Piemonte. Empresas familiares com décadas de atuação unem tradição, certificações de origem como DOP e IGP, além de inovação tecnológica para atender ao varejo brasileiro.
Entre os nomes citados pela organização estão 993 Caseificio Cavola, com Parmigiano Reggiano DOP di Montagna; Casa Rinaldi, com uma ampla linha de azeites, vinagres e massas; Mulino Caputo, referência em farinhas; Callipo, no setor de pescados; e Flamigni, confeitaria artesanal. A participação reforça a estratégia de ampliar a presença no Brasil e fortalecer relações comerciais com o varejo nacional.
Participação e objetivos
A presença italiana na APAS Show visa facilitar o acesso direto ao Made in Italy para consumidores e grandes players do varejo, assegurando qualidade e tradição. O Brasil é visto como mercado prioritário para alimentos e bebidas italianos, com potencial de consumo elevado e demanda por produtos com forte vínculo à origem.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços mostram que, no ano anterior, o Brasil importou cerca de 30 mil toneladas de massas italianas e mais de 1,3 mil toneladas de presunto e embutidos, gerando aproximadamente US$ 70 milhões em negócios.
Milena Del Grosso, diretora do ICE, destacou que a participação vai além da exposição: busca ampliar o acesso ao autêntico Made in Italy para o varejo brasileiro, mantendo o padrão de qualidade reconhecido globalmente.
Contexto e abrangência
A edição deste ano marca o centenário da ICE, os 80 anos da República Italiana e o reconhecimento da culinária italiana como Patrimônio Cultural Imaterial pela UNESCO. O movimento reforça o elo histórico e comercial entre Itália e Brasil, com foco em ampliar relações comerciais no setor de alimentos e bebidas.
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