Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Térmicas contribuem para a segurança do sistema elétrico

Especialista aponta que termelétricas asseguram fornecimento no pico, compensando queda da solar ao pôr do sol, enquanto subsídios a renováveis elevam tarifa

A usina Porto Sergipe I, movida a gás, é a maior do Nordeste, região que figura em 2º lugar no ranking dos Estados com geração termelétrica
0:00
Carregando...
0:00
  • O episódio de Infra em 1 Minuto analisa o papel das usinas termelétricas na segurança do fornecimento de energia brasileiro e o peso dos subsídios a fontes renováveis na conta de luz.
  • A narrativa sustenta que, no horário de pico, por volta das 19h, a geração solar cai e as térmicas entram para manter o abastecimento.
  • O LRCap, realizado em 18 de março de 2026, contractualizou termelétricas movidas a gás natural e carvão para a estabilidade do sistema elétrico.
  • O certame recebeu críticas de órgãos e do setor de renováveis por custos a longo prazo e pela não inclusão de baterias no edital.
  • A tarifa inclui a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que deve somar 52 bilhões de reais em 2026, sendo cerca de 20 bilhões destinados a subsídios a fontes renováveis.

A Porto Sergipe I, usina movida a gás, é a maior do Nordeste, uma região que ocupa o segundo lugar no ranking de geração termelétrica. A notícia que compõe o episódio de Infra em 1 Minuto chega neste sábado, 16 de maio de 2026, em parceria entre o Poder360 e o CBIE. O tema é o papel das termelétricas na segurança do abastecimento e o peso de subsídios a fontes renováveis na conta de luz.

Segundo o especialista Pedro Rodrigues, sócio do CBIE, as termelétricas não são apenas vilãs da tarifa. O horário de pico, por volta das 19h, coincide com o pôr do sol, quando a geração solar cai e a demanda aumenta. Nesse período, fontes que operam sob demanda ganham relevância para evitar apagões.

Rodrigues explica que a maior parte do custo da tarifa vem de encargos setoriais. A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) deve alcançar 52 bilhões de reais em 2026, dos quais cerca de 20 bilhões financiam a instalação de painéis solares e parques eólicos. Afirmou que a renovável subsidia parte do custo, enquanto a térmica sustenta o abastecimento à noite.

A discussão ganhou ainda o debate em torno do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap), realizado pelo governo em 18 de março de 2026. O certame visou contratar termelétricas a gás natural e carvão para manter a estabilidade do sistema elétrico. O processo, porém, foi questionado pelo TCU, Cade e MPF, em meio a críticas sobre custos de longo prazo.

Sobre o papel das baterias, o especialista aponta limitações técnicas. Baterias armazenam energia já gerada, não produzem energia adicional. O LRCap é visto por críticos como dependente de fontes de geração contínua, como as termelétricas, para assegurar o fornecimento.

Contexto e desdobramentos

O episódio analisa a relação entre custos, subsídios e a segurança energética, com foco no recente acirramento de debates sobre o tema. A série Infra em 1 Minuto é veiculada semanalmente no canal do Poder360 no YouTube. O material completo está disponível para seguidores cadastrados.

O programa reúne dados, entrevistas e análises, destacando o peso dos encargos na tarifa e o papel estratégico das usinas termelétricas. Vegetações do setor questionam a viabilidade de longo prazo de incentivos às renováveis sem considerar alternativas de reserva.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais