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Anac reajusta tarifas aeroportuárias do Galeão e Confins em até 5,2%

Anac reajusta tarifas de embarque, pouso e permanência em Galeão e Confins, com alta de até 5,2%; vigência começa 30 dias após divulgação pelas concessionárias

Altas chegam a 5,2% no aeroporto carioca
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  • A Anac reajustou os tetos das tarifas aeroportuárias do Galeão (RJ) em 5,2% e de Confins (MG) em 4,7%, válidos 30 dias após divulgação pelas concessionárias.
  • Os tetos englobam tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência de aeronaves.
  • Galeão: tarifa máxima de embarque doméstico passa de R$ 34,11 para R$ 35,91; internacional, de R$ 60,41 para R$ 63,59.
  • Confins: tarifa doméstica sobe de R$ 33,56 para R$ 35,15; internacional, de R$ 67,34 para R$ 70,54.
  • Tarifa de armazenagem e capatazia de cargas nos dois aeroportos teve reajuste de 4,3915%, com base na inflação.

A Anac divulgou reajuste nas tarifas aeroportuárias dos terminais Tom Jobim – Galeão (RJ) e Confins (MG). Os novos tetos passam a valer em até 30 dias a partir da divulgação pelas concessionárias. O ajuste abrange tarifas de embarque, conexão e permanência de aeronaves, além das tarifas de armazenagem e capatazia de cargas.

No Galeão, os tetos de embarque e conexão sobem 5,2%, elevando a tarifa máxima de embarque doméstico de R$ 34,11 para R$ 35,91 e a internacional de R$ 60,41 para R$ 63,59. Em Confins, os reajustes são de 4,7% para embarque e conexão, com a doméstica de R$ 33,56 para R$ 35,15 e a internacional de R$ 67,34 para R$ 70,54.

As tarifas de armazenagem e capatazia de cargas também tiveram reajuste de 4,3915%, com base na inflação acumulada no período. A Anac informou que os reajustes seguem previsão contratual para manter o equilíbrio econômico-financeiro das concessões aeroportuárias. A tarifa de embarque continua sendo a única tarifa paga pelo passageiro, remunerando serviços, instalações e facilidades oferecidos pelas concessionárias.

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Anac reajusta em até 5,2% tarifas aeroportuárias do Galeão e de Confins
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  • A Anac reajustou os tetos das tarifas aeroportuárias do Galeão (RJ) e de Confins (MG), com validade para uso 30 dias após a divulgação pelas concessionárias.
  • Os reajustes são de 5,2% no Galeão e 4,7% em Confins, abrangendo tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência de aeronaves.
  • No Galeão, a tarifa máxima de embarque doméstico passa de R$ 34,11 para R$ 35,91; a internacional, de R$ 60,41 para R$ 63,59. Em Confins, doméstico vai de R$ 33,56 para R$ 35,15 e internacional, de R$ 67,34 para R$ 70,54.
  • As tarifas de armazenagem e capatazia de cargas tiveram aumento de 4,3915%, com base apenas na inflação.
  • Segundo a Anac, os reajustes mantêm o equilíbrio econômico-financeiro das concessões; a tarifa de embarque é paga pelo passageiro para remunerar serviços e instalações da concessionária.

A Anac reajustou os tetos das tarifas aeroportuárias nos aeroportos internacionais Tom Jobim – Galeão (RJ) e Confins (MG). Os novos valores passam a valer 30 dias após a divulgação pelas concessionárias, conforme critérios contratuais. O reajuste incide sobre tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência de aeronaves.

No Galeão, a tarifa máxima de embarque doméstico subiu de R$ 34,11 para R$ 35,91, e a internacional passou de R$ 60,41 para R$ 63,59. Em Confins, a doméstica vai de R$ 33,56 para R$ 35,15 e a internacional de R$ 67,34 para R$ 70,54. Os percentuais obedecem ao IPCA entre abril de 2025 e abril de 2026, acrescidos de fatores contratuais.

Tarifas de armazenagem e capatazia de cargas também foram reajustadas, com alta de 4,3915%, baseada apenas na inflação do período. A Anac afirma que os reajustes mantêm o equilíbrio econômico-financeiro das concessões e são mecanismos de atualização monetária previstos em contrato.

A agência explica que a tarifa de embarque é a única cobrada do passageiro e remunera serviços, instalações e facilidades disponibilizados pela concessionária aos usuários. As mudanças visam manter a qualidade dos serviços aeroportuários mantida pelas concessões.

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