- Apoio ao fim da escala 6×1 caiu para 68% entre brasileiros, em maio, ante 72% em dezembro de 2025, conforme pesquisa Genial/Quaest divulgada em 18 de maio.
- Nordeste continua com maior apoio, 72%, mas houve recuo em relação a julho de 2025, quando alcançava 77%.
- Sudeste caiu de 75% em dezembro para 66% em maio; Centro-Oeste e Norte ficaram empatados com 66%; Sul, 63%.
- Entre as faixas de renda, até dois salários mínimos teve 70% de apoio (queda em relação aos 77% de dezembro); de dois a cinco salários mínimos, 68%; acima de cinco salários mínimos, 62%.
- A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 8 e 11 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%; o tema ganhou espaço no Congresso, com o governo defendendo redução da carga horária para quarenta horas semanais, sem compensações fiscais diretas.
O apoio brasileiro ao fim da escala 6×1 caiu para 68% em maio, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (18). O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 8 e 11 de maio, com margem de erro de 2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.
O índice recuou em todas as regiões do país desde dezembro de 2025, quando o apoio era de 72%. O Nordeste segue com o maior índice de aprovação, em 72%, mas também registrou queda. O Sudeste ficou em 66%, e as regiões Centro-Oeste e Norte empataram com 66%. O Sul teve o menor índice, em 63%.
Entre as faixas de renda, a tendência foi de queda em todos os grupos. Até dois salários mínimos chegaram a 70% de apoio, ante 77% em dezembro. Entre dois e cinco salários, a aprovação caiu de 73% para 68%. Acima de cinco salários, a taxa passou de 66% para 62%.
O debate sobre a escala 6×1 ganhou força no Congresso nos últimos meses. O Ministério da Fazenda, por meio do ministro Dario Durigan, sinalizou apoio à redução da carga horária para 40 horas semanais sem compensações fiscais diretas às empresas. Empresários e setores produtivos destacam potenciais impactos em custos e produtividade.
Metodologia: a pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 8 e 11 de maio, com margem de erro de 2 p.p. e nível de confiança de 95%.
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