- A CTF cobra de Alexandre Allard R$ 9 milhões por supostos danos morais e reembolso de despesas feitas no cartão corporativo do Rosewood São Paulo.
- A empresa prepara uma nova ofensiva judicial para cobrar cerca de R$ 1,7 milhão em gastos de restaurantes do Rosewood nos últimos quatro anos.
- O hotel também teria proibido novos gastos vinculados à operação pelo empresário.
- O caso ocorre em meio a uma disputa societária envolvendo o empreendimento de luxo, ligado ao Cidade Matarazzo.
- Allard nega as acusações e afirma que as relações contratuais foram estruturadas e aprovadas pelos mecanismos internos; diz tratar-se de uma disputa societária complexa.
O conglomerado chinês CTF, controlador do Rosewood São Paulo, moveu uma ação de responsabilidade civil contra Alexandre Allard. A ação inicial cobra R$ 9 milhões por supostos danos morais e pelo ressarcimento de despesas com o cartão corporativo do hotel.
A empresa confirma que busca ressarcimento por gastos realizados por Allard ao longo do período em que atuou como diretor criativo e acionista minoritário. Além disso, a CTF prepara outra ação para cobrar aproximadamente R$ 1,7 milhão em gastos nos restaurantes do Rosewood nos últimos quatro anos.
O Rosewood São Paulo também decidiu impedir novas despesas vinculadas à operação vinculadas ao empresário, segundo informações divulgadas pela Veja. O caso ocorre em meio a uma disputa societária envolvendo o hotel de alto padrão, inaugurado recentemente em São Paulo.
Disputa de governança e gestão
Allard nega as acusações e afirma que as alegações decorrem de uma disputa societária complexa. Em nota, a defesa sustenta que as relações contratuais envolvendo o empresário foram estruturadas e aprovadas pelos mecanismos internos da empresa.
A disputa envolve acionistas ligados ao projeto Cidade Matarazzo, onde fica o Rosewood São Paulo. O hotel figura entre os ativos de luxo do mercado hoteleiro brasileiro e integra a rede internacional Rosewood Hotels & Resorts.
O processo deve avançar nas esferas judiciais e arbitrais nos próximos meses, com desdobramentos para a governança do empreendimento.
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