- A Secretaria de Política Econômica manteve o PIB estimado para 2026 em 2,3%, no mesmo nível de março.
- A projeção de inflação (IPCA) para 2026 subiu de 3,7% para 4,5%, segundo o relatório.
- A SPE indica que o IPCA de 2026 deve chegar ao teto da meta de 3% com tolerância de ±1,5 ponto percentual.
- Para 2027, a projeção de inflação passou a ser de 3,5%, acima da previsão anterior de 3,0%.
- O aumento da inflação em 2026 é atribuído principalmente aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus impactos nos preços do petróleo.
A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda manteve nesta segunda-feira (18) a previsão de crescimento do PIB para 2026 em 2,3%. A instituição destacada como responsável pela política econômica brasileira confirmou o cenário.
A SPE eleva, porém, a projeção de inflação para 2026, com o IPCA estimado em 4,5%, acima dos 3,7% previstos em março. O ajuste reflete pressões de preços decorrentes de fatores externos.
Para 2027, a inflação prevista é de 3,5%, frente a 3,0% projetado anteriormente. A previsão do PIB permanece estável, sem alterações na taxa esperada.
Causas da revisão
A SPE aponta que o maior choque inflacionário em 2026 decorre do conflito no Oriente Médio, que impacta os preços do petróleo e seus derivados, influenciando os custos de consumo e a inflação.
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