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IPC-S avança 0,66% na segunda quadrissemana de maio

IPC-S sobe 0,66% na segunda quadrissemana de maio; alta anual fica em 4,17% e transportes recuam, enquanto habitação e despesas diversas aceleram

Foto: Freepik
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  • IPC-S subiu 0,66% na segunda quadrissemana de maio de 2026; acumulou alta de 4,17% nos últimos 12 meses.
  • Quatro dos oito grupos registraram desaceleração frente à primeira quadrissemana, com Transportes caindo de 0,63% para -0,15%.
  • Saúde e Cuidados Pessoais recuaram de 1,08% para 0,87%; Alimentação desacelerou de 1,40% para 1,35%; Educação, Leitura e Recreação passou de 0,31% para 0,30%.
  • Habitação acelerou de 0,59% para 0,85%; Despesas Diversas subiu de 0,07% para 0,88%.
  • Vestuário passou de -0,01% para 0,09%; Comunicação subiu de estabilidade para 0,06%.

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) subiu 0,66% na segunda quadrissemana de maio de 2026, segundo a FGV IBRE. O indicador acumula alta de 4,17% nos últimos 12 meses.

Quatro das oito classes de despesa registraram desaceleração em relação à primeira quadrissemana de maio, atestando menor pressão inflacionária em alguns itens. O grupo Transportes passou de alta de 0,63% para queda de 0,15%.

Movimentos por grupo: Saúde e Cuidados Pessoais recuou de 1,08% para 0,87%, enquanto Alimentação caiu levemente de 1,40% para 1,35%. Educação, Leitura e Recreação variou de 0,31% para 0,30%.

Do lado oposto, houve aceleração em outras categorias que impuseram resistência à desaceleração do índice. Habitação avançou de 0,59% para 0,85%, e Despesas Diversas subiu de 0,07% para 0,88%.

Vestuário deixou de registrar queda de 0,01% para obter alta de 0,09%, e Comunicação passou de estabilidade para 0,06% na leitura mais recente de maio. Esses movimentos ajudam a entender a composição da inflação semanal.

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IPC-S avança 0,66% na segunda quadrissemana de maio

IPC-S avança 0,66% na segunda quadrissemana de maio; Transportes recua, enquanto Habitação e Despesas Diversas puxam o índice para cima

Grupo de despesas Saúde e Cuidados Pessoais apresentou desaceleração da alta de 1,08% para 0,87% — Foto: Gabriel Monteiro/Agência O Globo
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  • O IPC-S da segunda quadrissemana de maio subiu 0,66%, segundo o FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
  • Em doze meses, o indicador acumula alta de 4,17%.
  • Quatro das oito classes de despesa tiveram queda na taxa de variação, com Transportes passando de 0,63% para -0,15%.
  • Também recuaram Saúde e Cuidados Pessoais, Alimentação e Educação, Leitura e Recreação em suas altas de variação.
  • Os grupos que apresentaram avanço foram Habitação, Despesas Diversas, Vestuário e Comunicação, com variações de 0,59%→0,85%, 0,07%→0,88%, -0,01%→0,09% e 0,00%→0,06%, respectivamente.

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) da segunda quadrissemana de maio subiu 0,66%. O dado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Em 12 meses, o indicador registra alta de 4,17%.

Na comparação com abril, o índice avançou 0,96%. Ao fechar o mês passado, o IPC-S subiu 0,88%, e na primeira quadrissemana de maio houve alta de 0,75%.

Entre as oito classes de despesa, quatro apresentaram queda na taxa de variação. A maior contribuição negativa veio de Transportes, cuja variação caiu de 0,63% na primeira quinzena para -0,15% na segunda.

Também recuaram os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,08% para 0,87%), Alimentação (1,40% para 1,35%) e Educação, Leitura e Recreação (0,31% para 0,30%).

Por outro lado, houve alta em Habitação (de 0,59% para 0,85%), Despesas Diversas (de 0,07% para 0,88%), Vestuário (de -0,01% para 0,09%) e Comunicação (de 0,00% para 0,06%).

Aprofundamento e desdobramentos

O IPC-S é calculado com base em informações coletadas em setores representativos do gasto das famílias. O resultado de maio reflete oscilações sazonais de preços em serviços e bens de consumo.

Especialistas ressaltam que a variação por grupo pode indicar mudanças no custo de vida para diferentes perfis de consumo. Dados do IPC-S ajudam a compor a leitura inflacionária mensal do país.

A divulgação ocorre mensalmente, com cada quadrissemana apresentando uma leitura parcial que compõe a média do mês. As informações são utilizadas por analistas para acompanhar tendências de preços.

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