- O mercado brasileiro de fusões e aquisições supera 1.500 transações anuais, conforme a KPMG.
- Ativos intangíveis já respondem por cerca de noventa por cento do valor de empresas listadas no S&P 500, segundo estudo global da Ocean Tomo.
- Na due diligence, a presença da imprensa funciona como mitigador de risco, ajudando a validar credibilidade pública antes de investimentos.
- A ausência de histórico público gera assimetria de informação e costuma levar analistas a aplicar deságio no valuation.
- Empresas com narrativa validada pela imprensa tendem a receber proposta com prêmio sobre o valor contábil, devido à percepção de governança e prestígio de marca.
A análise da MALI Content aponta que ativos intangíveis representam boa parte do valor de mercado das empresas. O estudo destaca a imprensa como elemento mitigador de risco em fusões e aquisições, influenciando a avaliação de investidores.
No Brasil, o mercado de M&A registrou movimentações expressivas nos últimos meses, com mais de 1.500 transações anuais, segundo a pesquisa da KPMG. Dados da ABVCAP indicam fluxo constante de captações, evidenciando atuação de fundos institucionais.
Ativos não físicos ganham peso mundial: levantamento da Ocean Tomo aponta que, hoje, cerca de 90% do valor das empresas no S&P 500 depende de intangíveis como reputação, governança e marca. As companhias precisam comprovar credibilidade pública antes de investimentos ou ofertas públicas.
Função da imprensa na avaliação
A verificação de ativos intangíveis ocorre na due diligence, etapa de auditoria de compradores antes do capital. A ausência de histórico público em veículos especializados gera assimetria de informação e pode gerar risco gerencial aos analistas.
Quando executivos aparecem no jornalismo de negócios, surgem indicadores de governança e transparência que protegem o valor de mercado. O acompanhamento da imprensa tende a reduzir deságios no valuation durante negociações.
Valor estratégico da liderança e da comunicação
Executivos que fornecem dados setoriais à imprensa ajudam a criar o que se chama ágio de liderança, atraindo propostas com prêmio sobre o valor contábil. A narrativa validada por veículos independentes agrega autoridade ao negócio.
Para estruturar esse ativo intangível, a relação entre operação financeira e estratégia de relações públicas precisa ser planejada com antecedência. O mercado ganha previsibilidade ao ver a empresa referenciada pela imprensa.
Implicações para o mercado e para as organizações
A prática de comunicação corporativa baseada em dados sustenta negociações, reduzindo o uso de linguagem comercial. A existência de um registro público sólido reforça a confiança de investidores e fundos.
A abordagem integrada entre finanças, governança e imprensa orienta decisões de aquisição, ajudando a evitar surpresas durante rodadas de financiamento. A estratégia de PR passa a atuar como ferramenta de gestão.
Sobre a MALI Content
A MALI Content atua em comunicação corporativa e relações públicas voltadas ao ecossistema B2B. A empresa trabalha para estruturar reputação institucional e autoridade de marca junto à imprensa de negócios e fundos do mercado financeiro.
Mais informações podem ser encontradas no site da agência.
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