- 61% dos empregadores globais planejam aumentar investimentos em automação baseada em inteligência artificial para otimizar operações, elevar a eficiência e acelerar decisões.
- especialistas destacam que o sucesso depende também de redesenhar processos e gerenciar talentos de forma integrada, não apenas da automação.
- há casos de redução de equipes, mas algumas empresas precisaram recontratar por causa da necessidade de supervisão humana contínua; substituição total é improvável no curto prazo.
- a automação deve atuar como complemento às capacidades humanas, ampliando ganhos de produtividade e reduzindo riscos operacionais.
- nos próximos cinco anos, setores com maior transformação são TI e dados (76%), manufatura (71%) e vendas e marketing (71%), refletindo mudanças em operação, gestão de dados e relacionamento com clientes.
A automação baseada em inteligência artificial ganha espaço globalmente, com 61% das empresas indicando planos de aumentar seus investimentos no setor. A ideia é otimizar operações, elevar a eficiência e acelerar decisões, segundo estudo citado pela indústria.
Especialistas ressaltam que avançar so com tecnologia não basta. Além de investir, as organizações precisam redesenhar processos e gerenciar talentos de forma integrada para transformar a automação em ganho real de produtividade.
Executivos apontam que a automação avança em frentes variadas, incluindo operações, tarefas administrativas e comunicação com stakeholders. Mesmo assim, é essencial ter estratégia clara para evitar resultados aquém do esperado.
Empresas que adotam IA sem supervisão humana costumam enfrentar falhas rápidas, segundo o pesquisador Jorge Gamero, da Experis. A supervisão contínua e o redesenho de funções aparecem como requisitos mínimos para evitar perdas.
Segundo Gamero, a automação deve atuar como complemento às capacidades humanas, não como substituição total. Esse equilíbrio tende a ampliar ganhos de produtividade e reduzir riscos operacionais.
Nos próximos cinco anos, setores como Tecnologia da Informação e Dados (76%), Manufatura e Produção (71%) e Vendas e Marketing (71%) devem registrar rápidas transformações. A mudança envolve gestão de dados e relacionamento com clientes.
Paralelamente, cresce o desafio de manter a experiência humana em atendimentos. Ambientes com menor presença de profissionais exigem cuidado para não comprometer a qualidade do contato com clientes.
A experiência do cliente continua a ser considerada essencial para os negócios. Mesmo com automação, a intervenção humana permanece relevante em situações complexas ou quando surgem dúvidas que exigem orientação.
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