- O episódio discute o programa Desenrola 2.0, iniciativa do governo para renegociação de dívidas com o objetivo de limpar o nome e facilitar acesso ao crédito.
- O convidado é o professor José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela USP, que critica a política e aponta falhas na avaliação de impacto.
- Portella afirma que, se o Desenrola 1 tivesse sido acompanhado adequadamente, o governo poderia corrigir erros em vez de lançar uma nova versão.
- Ele ressalta que o programa atua apenas no “efeito” do problema, sem investigar as causas da endividação, e reforça a diferença entre “dívida boa” (investimento e renda) e “dívida ruim” (consumo imediato).
- O conteúdo integra o quadro “Momento Sociedade” da Rádio USP, veiculado todas as segundas-feiras às 8h30.
O episódio de “Sociedade em Foco” discute o Desenrola 2.0, programa do governo para renegociação de dívidas. O destaque é a visão crítica de José Luiz Portella sobre a política.
Portella, doutor em História Econômica pela USP, afirma que a proposta falha em medir impactos. Segundo ele, acompanhar o desempenho do Desenrola 1.0 teria permitido ajustes antes de lançar a nova edição.
Ele argumenta que a iniciativa atua no efeito do problema, sem investigar as causas da endividamento. Diferencia ainda “dívida boa” — uso para investimento — de “dívida ruim” ligada ao consumo imediato.
O programa visa quitar parte de débitos, limpar o nome e ampliar o acesso ao crédito para pessoas com restrições. Portella sustenta que sem avaliação de impacto, ações repetem falhas anteriores.
Momento Sociedade
O quadro vai ao ar na Rádio USP todas as segundas, às 8h30, com alcance em São Paulo, Ribeirão Preto e nos principais agregadores de podcast.
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