- A FCA alerta que “ghost brokers” vendem seguros de carro falsos pela internet, mirando motoristas jovens.
- Pesquisa mostra que metade de quem tem entre 16 e 25 anos comprou apólices via redes sociais ou apps, muitas delas falsas.
- Sem seguro válido, a pessoa pode ser processada, multada ou ter o carro apreendido.
- Apólices falsas costumam ser muito baratas; vítimas enfrentam pressão pelo custo de vida, e os planos costumam ser inválidos ou cancelados logo após a compra.
- Verifique a autorização com o FCA Firm Checker; brokers legítimos costumam ter site, telefone e endereço. Casos como o de Amie Donaghy evidenciam o risco.
O que aconteceu: jovens condutores estão sendo alvo de “ghost brokers” que vendem seguros de carro falsos pela internet. A polícia financeira britânica alerta para a prática crescente e arriscada.
Quem está envolvido: a Financial Conduct Authority (FCA), o Insurance Fraud Bureau e a seguradora Aviva monitoram a fraude. Pesquisas indicam aumento de ocorrências nos últimos anos. Profissionais oficiais recomendam checar autorização.
Quando e onde: no Reino Unido, a fraude vem ganhando espaço nos últimos tempos, com muitos contratos falsos surgindo via redes sociais e apps de mensagens. A prática afeta motoristas, especialmente jovens entre 16 e 25 anos.
Por que acontece: anúncios com preços muito baixos atraem quem enfrenta custo de vida elevado. Políticas falsas costumam visar reduzir o valor, mas são inválidas ou canceladas logo após a compra.
Como identificar e evitar: o FCA Firm Checker permite confirmar se um corretor está autorizado. Corretores legítimos costumam ter website, telefone e endereço verificáveis.
Impactos e consequências: dirigir sem seguro vigente é crime no Reino Unido e pode levar a prisão, multa ou apreensão do veículo. Muitas políticas são totalmente inexistentes ou cancelam-se rapidamente.
Caso emblemático: Amie Donaghy, 21 anos, relata ter sido condenada após ser enganada por um ghost broker. Ela pagou pouco, mas descobriu que não estava assegurada ao ser parada pela polícia. O contato com o golpe resultou em bloqueio do atendimento.
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