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Mango se protege de investigação de Jonathan Andic e atinge resultado histórico

Mango atinge resultado recorde em 2025, com 3,8 bilhões de euros de receita e 242 milhões de euros de lucro, enquanto a gestão se profissionaliza e a família se afasta

La directora financiera de Mango, Margarita Salvans; el presidente y consejero delegado, Toni Ruiz, y el director de Expansión y Franquicias, Daniel López, en la rueda de prensa de resultados en marzo de este año.
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  • Mango divulgou resultados de 2025: receita de 3.800 milhões de euros, lucro líquido de 242 milhões, margem bruta de 60,8% e EBITDA de 722 milhões, com endividamento de 0,23 vezes o EBITDA.
  • A gestão passou a ser conduzida por executivos externos desde 2015, com abertura de capital a um não familiar em 2023, que recebeu 5% da empresa.
  • O fundador Isak Andic morreu em Montserrat em 14 de dezembro de 2024; a Polícia investiga Jonathan Andic por suposto homicídio, e ele foi detido nesta terça para depoimento.
  • Após a morte de Andic, Toni Ruiz assumiu interinamente a presidência; em janeiro de 2025 o conselho ratificou a nomeação dele, mantendo-o como CEO, e Jonathan Andic foi confirmado como vice-presidente.
  • A estrutura foi profissionalizada: Mango tornou-se Mango MNG SA; os três filhos de Andic passaram a deter 95% da empresa, com 5% restante em manos de Ruiz; os dividendos de 2025 chegaram a 218 milhões aos acionistas, sendo 206,7 milhões aos filhos de Andic.

Mango apresentou resultados 2025 récord, impulsionados pela profesionalização e pela gestão externa que substituiu a condução familiar. A companhia se isolou publicamente do caso envolvendo Jonathan Andic, filho do fundador, detido pela polícia catalã.

O grupo registrou receitas de 3,8 bilhões de euros e lucro líquido de 242 milhões no ano, com EBITDA de 722 milhões e margem bruta de 60,8%. O avanço ocorre mesmo em meio a turbulências familiares que cercam a liderança.

Isak Andic, falecido em dezembro de 2024, teve seu legado destacado, mas a empresa reforçou o afastamento entre atuação comercial e questões legais da família. A gestão passou a ser feita por executivos externos desde 2018, com participação externa desde 2023.

Mudança de governança e expansão internacional

Toni Ruiz, gestor externo, lidera a Mango desde 2018, assumindo a presidência interina após a morte do fundador. Em 2025, o conselho ratificou Ruiz e confirmou Jonathan Andic como vice-presidente, mantendo-o fora das funções executivas.

A organização da empresa foi reformulada: a holding Mango MNG SA substituiu a antiga structure, com acionistas independentes no conselho. Três filhos de Andic controlam 95% da empresa, com Ruiz detendo 5%.

Os resultados positivos ajudam a sustentar dividendos aos acionistas. Em 2025, a empresa distribuiu 218 milhões de euros, com 206,7 milhões indo aos herdeiros de Isak Andic. A estratégia mira continuidade de crescimento com gestão profissional.

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