- A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo aprovou a criação da rota turística “Caminho do Imigrante Italiano em Minas Gerais”, formada por Andradas, Monte Sião, Ouro Fino e Jacutinga.
- O Projeto de Lei 2.730/2024 segue para a Câmara dos Deputados, com possibilidade de análise em Plenário caso haja recurso.
- A proposta visa desenvolver as atividades turísticas locais, incentivar um modelo econômico sustentável e valorizar atrativos naturais, culturais e históricos da região, especialmente ligados à cultura ítalo-brasileira.
- O texto prevê apoio de programas oficiais para estruturar, gerenciar e promover a rota, reforçando a regionalização do turismo.
- O senador Carlos Viana afirma que a imigração italiana completou 150 anos no Brasil em 2024 e destaca que Minas Gerais é um dos estados que mais recebeu imigrantes, reforçando a justificativa do projeto.
A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo aprovou, nesta terça-feira, a criação da rota turística Caminho do Imigrante Italiano em Minas Gerais, formada pelos municípios de Andradas, Monte Sião, Ouro Fino e Jacutinga. O projeto segue para a Câmara, salvo recurso para análise em Plenário.
O autor do texto é o senador Carlos Viana (PSD-MG), com objetivo de fomentar o desenvolvimento turístico local, promover um modelo de crescimento econômico sustentável e valorizar atrativos culturais e históricos da região, ligados à cultura ítalo-brasileira.
Quem acompanha o processo é o relator Zequinha Marinho (Podemos-PA), que entregou parecer favorável. A ideia é que a estruturação, gestão e promoção recebam apoio de programas oficiais de incentivo à regionalização do turismo.
Imigração
Segundo Viana, a imigração italiana completou 150 anos no Brasil em 2024 e Minas Gerais está entre os três estados que mais receberam imigrantes italianos. A criação da rota reconhece essa contribuição e aposta no potencial de desenvolvimento local.
A proposta aponta que a rota pode impulsionar novos negócios, gerar empregos e ampliar a renda nos municípios envolvidos, fortalecendo a economia regional.
Marinho ressaltou que a iniciativa valoriza a memória da imigração e reforça a identidade do sul de Minas, contribuindo para estruturar roteiros turísticos e atrair investimentos.
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