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Equatorial avalia participar da venda da Copasa sem Sabesp, dizem fontes

Equatorial avalia participar da privatização da Copasa sem a Sabesp, podendo buscar parceiros ou agir sozinha; propostas vão até 25 de maio

Controle da Copasa será vendido em uma oferta pública na qual o estado de Minas Gerais poderá reter no máximo 5% da empresa (Foto: Copasa)
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  • A Equatorial avalia participar da privatização da Copasa, mesmo após a desistência da Sabesp, segundo fontes da Bloomberg News.
  • A empresa planejava uma proposta conjunta com a Sabesp para atuar como investidor estratégico, mas avalia seguir com outros parceiros ou sozinha.
  • As propostas devem ser apresentadas até vinte e cinco de maio, conforme o cronograma oficial da privatização.
  • Pelo plano, o estado de Minas Gerais detém cinquenta vírgula zero três por cento da Copasa e pode manter até cinco por cento na oferta; há uma Golden Share com direitos de veto.
  • Um investidor de referência pode adquirir trinta por cento da Copasa antes da oferta, com possibilidade de até quarenta e cinco por cento dos direitos de voto durante o processo.

A Equatorial avalia participar da privatização da Copasa, estatal de saneamento de Minas Gerais, mesmo com a desistência da Sabesp, segundo fontes próximas à Bloomberg News. A Suzepa (Sabesp) era parceira do grupo no consórcio.

A Equatorial analisa apresentar proposta com outros parceiros ou sozinha, caso não haja acordo com a Sabesp. O prazo oficial para envio de propostas é 25 de maio, conforme cronograma da privatização.

Detalhes da operação

Segundo o plano, o controle da Copasa será vendido via oferta pública. O estado poderá manter até 5% da empresa, e hoje detém 50,03%. A “Golden Share” pode assegurar direitos de veto ao seu detentor.

Um investidor de referência poderá adquirir 30% da Copasa antes da oferta, com possibilidade de aumento no mercado, chegando a 45% dos direitos de voto durante a oferta.

O Brasil discute a privatização de ativos do setor de saneamento, com participação de vários players privados e o governo de Minas como controlador até a execução da oferta.

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