- A Gaiarooms, divisão da Gaiastays, assinou três residências em Salamanca, totalizando 156 quartos, marcando entrada no segmento de residências estudantis sem staff.
- O conjunto envolve a Residencia San Claudio (42 quartos), a Residencia Licenciados (36 quartos) e a Residencia Santa Rosa de Lima (78 quartos).
- O modelo de operação é o mesmo já utilizado em hotéis, flats turísticos e aluguéis de temporada, com gestão centralizada por tecnologia própria e sem pessoal.
- A empresa afirma que os proprietários podem ter ganho líquido entre 25% e 50% a mais em relação ao aluguel tradicional, com gestão de preço variável e baixos índices de inadimplência.
- A previsão é de faturamento de 40 milhões de euros em 2026, ante 18,4 milhões de euros em 2025, com EBITDA entre 4 e 5 milhões de euros; a carteira atual da companhia inclui 93 ativos em operação e 115 imóveis com mais de 1.500 quartos.
Gaiarooms, a divisão de Gaiarooms, amplia atuação ao setor de residências estudantis sem staff após atuar em hotéis, aluguéis de temporada e pisos turísticos. A empresa fechou os três primeiros ativos em Salamanca, com capacidade total de 150 quartos.
A operação em Salamanca inclui Residência San Claudio (42 quartos), Residência Licenciados (36) e Residência Santa Rosa de Lima (78). O formato é gerido de forma centralizada por tecnologia própria, sem pessoal no local.
A entrada ocorre em 21 de maio de 2026, em Salamanca, núcleo universitário intenso. A novidade mantém o modelo de gestão de baixo custo, com preços dinâmicos e cobrança eficiente para elevar receitas e reduzir morosidade.
Expansão e perspectivas
A estratégia envolve ampliar a participação no segmento estudantil com gestão centralizada. A empresa projeta incremento de 25% a 50% na receita líquida em comparação ao aluguel tradicional, segundo projeções da empresa.
O fundador e co-CEO Rafael Aritio afirma que o move para residências de médio porte é evolução natural do modelo. A meta é otimizar ocupação, reduzir custos e melhorar rentabilidade, mantendo a automação como pilar.
Mercado espanhol de residências estudantis continua a atrair capitais privados, com bancos de investimento atuando para ampliar oferta. Relatórios recentes indicam déficit estrutural de vagas no país, ressaltando espaço para novos players com tecnologia de gestão.
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