- Relatório do Itaú Unibanco afirma que a IA deve gerar novas receitas líquidas, não apenas reduzir custos.
- Manter o foco na redução de gastos pode levar a retornos decrescentes e a cenários distópicos.
- O documento aponta que a IA pode impulsionar uma expansão semelhante à causada pela computação em nuvem, abrindo espaço para novas empresas e modelos de negócio, incluindo comércio eletrônico e fintechs.
- Na prática, a IA pode permitir operar com menos analistas no início, mas a diferenciação futura exigirá maiores investimentos.
- Eficiências maiores, ao longo do tempo, demandarão reinvestimentos pesados, alimentando um ciclo competitivo contínuo.
O Itaú Unibanco divulgou um relatório baseado em uma conferência realizada nos Estados Unidos, discutindo o papel da inteligência artificial além da simples redução de custos. O estudo analisa como a IA pode gerar novas receitas líquidas para as empresas.
O documento aponta que a narrativa sobre IA precisa mudar. Em vez de focar apenas em cortes de gasto, a IA deve impulsionar ganhos reais de produtividade e faturamento, evitando um ciclo de retornos decrescentes.
A leitura compara a evolução com a computação em nuvem, que abriu novas indústrias como comércio eletrônico e fintechs. A expectativa é de uma explosão semelhante, impulsionada por capacidades cada vez maiores da IA.
Economia diferenciada pela IA
Segundo o relatório, a IA pode, inicialmente, reduzir a necessidade de analistas de três para dois, por exemplo. Contudo, quando a produtividade se torna commodities, a diferenciação passa a exigir recursos adicionais.
Investimentos como caminho estratégico
A análise afirma que maiores eficiências virão com reinvestimentos significativos, não apenas com cortes permanentes. O ciclo de competitividade deve se sustentar por meio de investimentos contínuos.
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