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Mercados devem seguir o exterior; Nvidia e ata do Fed no radar

Mercado externo dita o ritmo dos ativos brasileiros, com Nvidia e ata do Fed no radar, e cenário eleitoral e tensão no Irã em foco

Manhã no mercado: Exterior deve guiar ativos locais, à espera de resultados da Nvidia e ata do Fed — Foto: Pexels
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  • Exterior deve guiar os ativos locais nesta manhã, com foco nos resultados da Nvidia e na ata da última reunião do Federal Reserve.
  • Cenário político permanece no radar, após o enfraquecimento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, em meio à repercussão da ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
  • O Irã segue como risco geopolítico, elevando pressões inflacionárias e temores de desaceleração da atividade, mantendo o petróleo em queda no exterior.
  • Os futures dos índices de Nova York operam em alta, com S&P 500, Nasdaq e Dow Jones subindo, enquanto a curva de juros e o petróleo mostram movimentos contrários.
  • No Brasil, o Ibovespa fica sob pressão após ajuste de renda fixa e alta do dólar, com o benchmark próximo de 174 mil pontos, menor nível desde janeiro.

O cenário externo domina o início de sessão no Brasil, com investidores de olho em resultados da Nvidia e na ata do Fed para medir o ritmo da retomada global. A incerteza geopolítica e a inflação global seguem influenciando ativos locais.

A agenda externa aponta para o desempenho das ações americanas após o fechamento, já que Nvidia é vista como termômetro do mercado de inteligência artificial. Os futuros de índices de Nova York apontam ganhos modestos nesta manhã.

Na renda fixa, títulos americanos recuam diante das tensões com o Irã, e os preços do petróleo caem. O Brent para julho recua para US$ 108,36 o barril e o WTI fica em US$ 101,50, refletindo a precaução dos investidores.

No cenário político, o enfraquecimento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, após a repercussão de ligações envolvendo Daniel Vorcaro, é tema de monitoramento entre os agentes econômicos. A leitura é de possível efeito marginal sobre o cenário eleitoral.

Por aqui, o exterior segue ditando o ritmo dos mercados brasileiros, com a alta nos rendimentos dos Treasuries elevando a aversão ao risco. O Ibovespa fechou próximo de 174 mil pontos, nível mais baixo desde janeiro, com pressão sobre o dólar e os juros futuros.

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