- Arrecadação federal atingiu R$ 278,8 bilhões em abril, recorde para o mês desde o início da série histórica, em 1995.
- Alta real de 7,82% em relação a abril de 2025; a variação nominal foi de 12,56%.
- Principais motores: contribuição previdenciária, PIS/Cofins, IRRF e IOF.
- IOF somou R$ 8 bilhões, alta de 30,26%; IRRF sobre rendimentos de capital, R$ 13,2 bilhões, alta de 25,44%.
- PIS/Cofins totalizaram R$ 51,4 bilhões em abril, alta de 5,32%; IPI (excluindo o vinculado à importação) ficou em R$ 4,9 bilhões, variação de 5,16%.
A Receita Federal informou que a arrecadação federal somou R$ 278,8 bilhões em abril de 2026, estabelecendo novo recorde para o mês na série histórica iniciada em 1995. O desempenho foi divulgado nesta quinta-feira (21.maio.2026). O resultado ficou acima do registrado no mesmo mês de 2025, com alta real de 7,82% e variação nominal de 12,56%.
O crescimento teve como principais impulsos a contribuição previdenciária, além de PIS/Cofins, IRRF e IOF, conforme apontado pela Receita. O IOF somou R$ 8 bilhões em abril, alta de 30,26% frente a abril de 2025. O IRRF sobre rendimentos de capital atingiu R$ 13,2 bilhões, crescimento de 25,44%.
Arrecadação de abril atinge recorde
Outro componente relevante foi o PIS/Cofins, que somou juntos R$ 51,4 bilhões, alta de 5,32% no confronto anual. O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), excluindo o vinculado à importação, ficou em R$ 4,9 bilhões em abril de 2026, frente a R$ 4,7 bilhões em igual mês de 2025, alta de 5,16%.
Segundo a Receita, ainda não foi possível observar, em abril, os efeitos do fim da chamada “taxa das blusinhas”. A arrecadação de março, ajustada pela inflação, havia somado R$ 258,7 bilhões, com alta real de 7,31% na comparação anual, servindo de referência para o desempenho de abril. As informações vêm de apresentações oficiais e relatórios da Receita Federal.
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