- A Cemig informou que o reajuste da tarifa residencial na sua área de concessão será de 5,2%, considerado um dos menores do país.
- A Aneel havia sugerido uma alta média de 6,5%, a ser definida na sexta-feira, 26 de maio, e valerá a partir de 28 de maio.
- O reajuste aprovado pela Aneel leva em conta custos de geração, transmissão, distribuição, além de encargos setoriais e impostos.
- A tarifa social não será prejudicada e continuará com tarifas diferenciadas para famílias de baixa renda.
- A Cemig afirmou que a definição para os reajustes de outros segmentos, como comércio e indústria, será divulgada pela Aneel posteriormente.
A Cemig informou nesta segunda-feira, 22 de maio, que o reajuste da tarifa de energia para clientes residenciais na sua área de concessão será de 5,2%. O valor fica entre os menores do país e contrasta com a alta média de 6,5% sugerida pela Aneel. A definição final será anunciada na sexta-feira, 26 de maio, com validade a partir de 28 de maio.
Segundo a Cemig, o reajuste foi aprovado pela Aneel e leva em conta custos de geração, transmissão e distribuição, além de encargos setoriais e impostos. A empresa destaca que a tarifa residencial é uma das mais acessíveis e que o reajuste não compromete a tarifa social.
A Cemig ressalta ainda que o reajuste para o cidadão de baixa renda permanece estável; a tarifa social não será afetada e continuará a ser oferecida. A composição do valor envolve diversos fatores e busca equilibrar custos do setor para manter o fornecimento de energia de qualidade.
Próximos passos e outros segmentos
A concessionária informou que a Aneel divulgará, em data futura, o reajuste para outros segmentos, como comércio e indústria. A definição para esses grupos está aguardando anúncio oficial da agência reguladora.
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