- O dólar abriu em alta nesta sexta-feira, 22, subindo 0,32% às 9h34, cotado a R$ 5,0167.
- As oscilações decorrem de atenções às negociações de paz entre Estados Unidos e Irã, com volatilidade impulsionada pela Petrobras e fatores macro globais.
- Rumores de um possível acordo no Oriente Médio aliviaram temporariamente as cotações de petróleo e favoreceram ativos de risco, incluindo o real e a Bolsa.
- A imprensa informou que há conversas mediadas pelo Paquistão, mas nenhum país confirmou o acordo, limitando o entusiasmo do mercado.
- Especialistas destacam que, mesmo com sinais positivos, a falta de confirmação continua a manter a cautela entre investidores.
O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (22), com investidores atentos às negociações entre EUA e Irã que visam encerrar o conflito que dura mais de dois meses. Às 9h34, a moeda norte-americana avançava 0,32%, cotada a R$ 5,0167.
Na quinta-feira (21), o dólar fechou estável, com queda de 0,04%, a R$ 5,001, enquanto a Bolsa de Valores encerrou em alta de 0,16%, aos 177.649 pontos. A sessão desta sexta seguiu pressionada pela volatilidade no petróleo e por incertezas sobre inflação e juros globais.
Mercados sob tensão e rumores de acordo
Durante a tarde, circularam rumores de um possível acordo no Oriente Médio, com mediação do Paquistão. A expectativa elevou a busca por ativos de risco e ajudou a reduzir parcialmente a pressão sobre o petróleo e ações globais, embora a falta de confirmação tenha limitado ganhos.
Entre os atores envolvidos, o secretário de Estado dos EUA expresó otimismo sobre um acordo para encerrar o conflito. Também foi divulgada a notícia de que o chefe do exército paquistanês viajou a Teerã para avançar as negociações, sem detalhes adicionais. Do lado iraniano, autoridades divergiram sobre envios de urânio ao exterior, o que alimenta o impasse diplomático.
Especialistas destacam que o humor do mercado depende de informações verificáveis sobre qualquer cessar-fogo. Mesmo com sinais positivos, o consenso entre analistas é de cautela, já que não houve confirmação oficial de qualquer acordo pelos países envolvidos.
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