- Governo bloqueia R$ 22 bilhões no orçamento, anunciado pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento.
- Medida obriga ministérios a reduzir despesas não obrigatórias; áreas afetadas devem ser divulgadas no fim do mês.
- Razões principais: gasto da Previdência Social estimado em R$ 11 bilhões e aumento das despesas com o Benefício de Prestação Continuada em R$ 14 bilhões.
- Em março houve bloqueio anterior de R$ 1,6 bilhão, totalizando, neste ano, R$ 23,7 bilhões contingenciados.
- Objetivo é evitar descumprimento da meta fiscal de 0,25% do PIB; ministros Dario Durigan e Bruno Moretti reforçam o compromisso fiscal.
O governo federal anunciou um bloqueio de 22 bilhões de reais no orçamento, visando equilibrar despesas com a arrecadação. A medida envolve ajuste de gastos não obrigatórios em ministérios, cujas áreas afetadas devem ser divulgadas ao fim do mês.
Segundo o Ministério da Fazenda e o Ministério do Planejamento e Orçamento, o bloqueio busca manter a meta fiscal estável. O montante é resultado de avaliações sobre o crescimento de gastos em áreas-chave do governo.
Entre as razões citadas estão o aumento de gastos com a Previdência Social, estimado em 11 bilhões, e o crescimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), de 14 bilhões. Em março, já havia ocorrido um bloqueio de 1,6 bilhão, elevando o contingenciado deste ano para 23,7 bilhões.
Causas do bloqueio
O governo afirma que a medida reforça o cumprimento da meta fiscal de 0,25% do PIB. Os ministros Dario Durigan (Fazenda) e Bruno Moretti (Planejamento) sustentam que o bloqueio preserva a responsabilidade fiscal e a execução orçamentária.
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