- IBGE divulgou dados do setor têxtil brasileiro, abrangendo desde ateliês até grandes fábricas.
- Em 2025, o Vestuário registrou inflação de 4,99%, elevando os preços de artigos de moda.
- Joias e bijuterias foram os itens que mais encareceram, com alta de 19,60%.
- Roupas femininas tiveram o menor reajuste, 3,44%, enquanto roupas infantis subiram 3,61%, calçados e acessórios 4,31% e roupas masculinas 5,48%.
- A Pesquisa Mensal de Comércio de 2025 apontou crescimento de 1,3% nas vendas de tecidos, vestuário e calçados; a Pesquisa Industrial Anual de 2023 mostra o Brasil com mais de vinte e uma mil empresas de confecções e cerca de 525 mil trabalhadores.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o setor têxtil brasileiro vive stage de alta custos em 2025. Dados publicados nesta sexta-feira (22.05) apontam que a inflação no segmento vestuário ficou em 4,99% no ano, impactando o preço de artigos de moda.
Entre os itens pesquisados, joias e bijuterias foram os que mais pesaram na inflação do grupo, com alta de 19,60%. Em contrapartida, roupas femininas tiveram o menor reajuste, 3,44%, dentro do segmento, enquanto roupas masculinas subiram 5,48%, calçados e acessórios 4,31% e roupas infantis 3,61%.
Dados sobre o grau de produção e emprego no setor
Mesmo com a inflação, a Pesquisa Mensal de Comércio de 2025 indica expansão de 1,3% nas vendas de tecidos, vestuário e calçados. Esse dinamismo contrasta com a elevação de preços de itens específicos, como as joias.
A Pesquisa Industrial Anual, realizada em 2023, aponta que o Brasil tem mais de 21 mil empresas de confecção de vestuário e acessórios com pelo menos cinco funcionários. Cerca de 525 mil pessoas trabalham na produção desses artigos.
Quem está envolvido e o que isso significa para o mercado
Os dados destacam a participação de grandes e pequenas empresas no varejo da moda. A cadeia envolve desde ateliês até grandes indústrias, com impacto direto na formação de preços ao consumidor.
A reportagem busca esclarecer como as variações de custo afetam o varejo, a produção local e a competitividade do setor têxtil brasileiro frente ao mercado externo, sem indicar políticas públicas específicas. Fontes oficiais são o IBGE e resultados de pesquisas complementares.
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