- A OCDE informou que a ajuda financeira para países em desenvolvimento atingiu US$ 83,3 bilhões em 2022, alta de 4,5% em relação a 2021.
- Os recursos destinados por países ricos para combater as mudanças climáticas superaram a meta de US$ 100 bilhões por ano pelo terceiro ano seguido.
- O G20 somou US$ 80,4 bilhões, com os Estados Unidos na liderança, com US$ 13,2 bilhões, seguidos pela Alemanha (US$ 8,2 bilhões) e pelo Reino Unido (US$ 7,2 bilhões).
- O Brasil destinou US$ 1,2 bilhão, variação de 4,2% frente a 2021.
- A maior parte dos recursos foi destinada a energia renovável, eficiência energética, adaptação às mudanças climáticas e gestão de recursos hídricos; África recebeu US$ 24,4 bilhões (+4,8%) e Ásia US$ 33,4 bilhões (+4,2%).
O relatório da OCDE divulgado nesta quarta-feira mostra que os países ricos ampliaram a ajuda para enfrentar as mudanças climáticas e superaram a meta de US$ 100 bilhões por ano pelo terceiro ano consecutivo. Em 2022, a assistência financeira para países em desenvolvimento atingiu US$ 83,3 bilhões, alta de 4,5% frente a 2021.
Os recursos destinam-se principalmente a projetos de energia renovável, eficiência energética, adaptação climática e gestão de recursos hídricos. A OCDE ressalta a importância de ampliar o apoio para acelerar a transição a uma economia de baixo carbono.
Entre os membros, o grupo do G20 aumentou a assistência em 4,4%, totalizando US$ 80,4 bilhões. Os Estados Unidos lideraram o ranking com US$ 13,2 bilhões, seguidos por Alemanha (US$ 8,2 bilhões) e Reino Unido (US$ 7,2 bilhões). O Brasil encaminhou US$ 1,2 bilhão, 4,2% a mais que 2021.
A OCDE destaca que a maior parcela dos recursos foi destinada a energia renovável, eficiência energética, adaptação climática e gestão de água. O relatório enfatiza a necessidade de manter o ritmo e aprimorar a eficácia dos projetos financiados.
Dados por região
A ajuda para países africanos subiu 4,8%, alcançando US$ 24,4 bilhões, enquanto a assistência para nações asiáticas cresceu 4,2%, totalizando US$ 33,4 bilhões. A organização orienta aumentar recursos e cooperação internacional para enfrentar os desafios climáticos globais.
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